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O tempo passado, presente, futuro

Minha cabeça dá voltas e voltas com tanta informação que Isa postou na quinta (sobre o Google Drive) e na terça (sobre como abrir mais espaço no celular). Gendocéu! Quem mandou querer aprender? Quem mandou? Agora eu que lute. E principalmente que aplique! Sim, por que conhecimento sem prática perde todo seu efeito.

Bem tentei encontrar um tempo pra reler o passo a passo do Google Drive e de como deixar mais leve o celular. Ainda falta a segunda aula do WordPress. Tô bem chateada de não ter conseguido me organizar, de chamar a Isa pra um “oi, socorro, acode aqui”, mas os dias e as noites escorreram pelo tempo.

Não justifica, mas ocorreram alterações de horários aqui no trabalho. Alguns dias o expediente é das 8h00 às 17h00 e em outros é das 13h00 às 22h00 e, sinceramente, tô muito confusa. Tenho dormido mal, acordado com o coração na boca achando que tô atrasada ou, ao contrário, pulando da cama muito mais cedo do que o necessário e, nessas, o espírito acaba entrando pelos pés e a cabeça, que já não anda muito certa, vira uma centrífuga descontrolada.

De forma que venho por meio deste registrar que não fiz a lição de casa e por isso corro o risco de perder as estrelinhas que ganhei semana passada. Enfim. Não consegui. Dou a mão à palmatória. Pode carimbar minha caderneta e me dar três dias de suspensão, se for o caso. Ando merecendo.

Sim, por que com a cabeça zoada, quem paga a conta (também) é o corpo. Minha alimentação sofreu um aumento de carboidratos e isso mexeu com o intestino que se nega a funcionar como um relógio. E como poderia, diante de tanta turbulência? Sinto o efeito estufa (de estufar mesmo) nas minhas roupas e isso me incomoda pacas, cotias e tatus.

A outra parte da conta quem vem pagando é a alma, esta sim, sedenta por alterações e, no entanto, presa está e presa continuará neste corpo que virou um peso vivo que até se debate e luta por mais ar. Mas não tem conseguido chegar a lugar algum nesse agosto frio.  

Pois é. Agosto. Já ou ainda? O passar do tempo tem sido uma lâmina de dois fios. Uma balança que não se equilibra. Esta semana me dei conta que estou muito perto de me tornar uma sexagenária. Isso deve explicar o motivo de ter sido recusada em uma entrevista de emprego. “Após analise (sic) de seu currículo e das oportunidades que possuímos neste momento, não nos foi possível encontrar uma posição a (sic) qual pudéssemos conciliar suas competências x remuneração”.  A resposta via e-mail me fez pensar em duas coisas: 1 – sou muito cara; 2 – sou muito velha.

A princípio fiquei bem triste e decepcionada porque a entrevista, por videoconferência, foi bacana. O papo rolou solto, fui bastante sincera com relação a competências e remuneração e aguardei a resposta ansiosa, sem nenhuma certeza de que estaria mesmo disposta a enfiar a vida na mala e promover mais uma baita mudança na vida. Tanto que não pesquisei nada a respeito da cidade, das condições de moradia, dos índices de vacinação. Nada. Só aguardei a resposta ansiosa, olhando o whatsapp várias vezes na data que ela deveria chegar. Não chegou. Por acaso abri meu e-mail e lá estava ela: curta e grossa. “Ficaremos com seu contato para oportunidades futuras”.

Oportunidades. Futuras. O quê eu espero, sonho, mereço? O que me faz sorrir sem perceber? De onde vem a força que me levará além dos 60, quando, acredito, estarei com um pé em cada prato da balança e a lâmina afiada cravada no alvo? Fala aí, universo? Não acha que chegou a hora de me fazer um carinho? Que tal aquela kombi home anfíbia? Hein?

(…)

Vou dar um tempo pro universo. Enquanto isso me organizo melhor, ajeito a agenda, encaixo os deveres e os prazeres na roda das horas e aprendo especialmente a ser grata por tudo que vivi e aprendi até aqui. Por todas as mãos estendidas e pelas portas na cara. No final tudo acaba virando benção. Mas isso a gente só vai saber depois que o passado vira futuro. O presente, o hoje, o tal do aqui e agora é que nos arranca dos devaneios com o que já foi ou com o que será. E velha é a sua vó, tá? Eu sou é muito cara!

13 dicas pra você liberar espaço no telefone

13 dicas pra você liberar espaço no telefone

Nos artigos da semana passada @lanachueri dizia que Seu armário merece um Google Drive e eu trouxe um guia com o passo a passo e dicas para aproveitar o que há de melhor no Google Drive. Usar a nuvem como aliada para backup (cópias de segurança) ou para expandir o espaço de armazenamento do seu computador é uma excelente saída, mas você sabia que também é possível usar essa maravilha no seu celular? Veja a seguir 13 dicas pra você liberar espaço no telefone Android, excluindo arquivos desnecessários e movendo o restante para a nuvem.

Cuidado ao apagar arquivos e mensagens da maneira “radical e mais fácil”. Depois não adianta vir aqui nos comentários perguntar como faz pra recuperar as mensagens apagadas do WhatsApp porque a resposta será bastante triste. Tenha paciência na hora de apagar informações. Leia bem cada tela e cada mensagem pra não cometer erros. Se preciso faça a limpeza por etapas ao invés de excluir tudo de uma vez só!

Avisos dados, vambora pra faxina!

Antes de começar, dê uma boa olhada nos aplicativos que você tem instalados e divida eles e 3 categorias:

  1. Apps muito usados;
  2. Apps pouco usados;
  3. Apps nunca usados (incluído os que você nem sabe pra quê servem).

1. Use a versão lite dos aplicativos

Agora que você já sabe o que tem aí vou te dar a primeira dica: você sabia que vários aplicativos possuem versão lite? Pois é, talvez você esteja usando um canhão pra matar uma mosca e nem sabe. Aplicativos de rede social, de internet banking e diversos outros possuem versões mais leves.

Os chamados apps lites consomem menos espaço de armazenamento no seu telefone e ainda funcionam mais rápido do que as versões completas. Pra essa mágica acontecer obviamente os lite oferecem menos recursos do que as versões full, então veja a lista de apps pouco usados que você separou e procure na Play Store a versão lite dele. Instale e verifique se ela possui as funcionalidade que você precisa.

2. Acesse serviços menos usados através dos sites

Na sua lista de apps nunca usados, ou mesmo entre os pouco (ou pouquíssimo) usados que não têm versão lite é muito provável que você encontre aplicativos que também oferecem acesso a seus serviços através de sites responsivos. Esse tipo de site se adapta bem ao tamanho da tela dos celulares e pode ser uma boa alternativa pra você usar o serviço que deseja sem necessariamente ocupar espaço no seu telefone com mais um aplicativo.

Serviços de redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter…), de músicas (Spotify, Resso, Deezer, YouTube Music…), de vídeos (YouTube, TikTok…) e muitos outros são perfeitamente acessíveis direto pelo navegador (no Android geralmente é usado o Google Chrome, mas você pode escolher o de sua preferência).

Pra facilitar o acesso a esses sites você ainda pode criar um atalho na tela inicial do seu celular que vai ficar muito parecido com um aplicativo instalado. Quando você entrar na maioria desses sites ele já irá te oferecer esse atalho (cuidado pra não confundir com o link de instalação do aplicativo, ok?). Caso o próprio serviço não ofereça o atalho, basta clicar no menu do Chrome (aquelas três bolinhas no canto superior direito da tela) e selecionar a opção Adicionar à tela inicial.

Aqui eu só não recomendo o uso de sites bancários, principalmente se você não for um usuário avançado, já que o risco de acessar um link malicioso é grande. Para esses serviços é recomendável usar sempre o app disponibilizado pela própria instituição bancária, ainda que na versão lite, lá na Play Store.

3. Desinstale e desative apps desnecessários

Sobraram aqueles apps que você não usa nunca, né? Muitos deles você nem sabe pra que serve ou como foram parar ali! Alguns podem ter sido instalados ocasionalmente e não têm mais utilidade. Outros foram instalados pelo próprio Android, fabricante do celular ou mesmo a operadora que você utiliza. Mas a verdade é que se não são úteis pra você, não precisam estar ali.

Aí você me pergunta, mas se eu remover um app do Android não vai dar problema? Nas versões mais recentes do sistema operacional, não. Se o seu celular é muito antigo e não aceita mais atualizações do Android tenha cuidado ao mexer aqui, senão pode seguir a dica sem medo porque o que for necessário para o funcionamento do Android será desativado como app, mas mantido internamente como serviço (o que já ocupará menos espaço, além de despoluir seu menu de aplicativos).

Para remover esses apps você pode seguir o caminho para Configurações > Aplicativos, e então, Desinstalar aqueles que ocupam muito espaço interno. Também é possível identificar se você realmente usa esses aplicativos pela loja de aplicativos da Google. Basta abrir a Play Store, seguir para a aba Instalados, ordenar a lista como Utilizados por último, e então rolar para baixo. No final desta lista, estão os apps que você já não abre há um bom tempo.

Como disse antes, você pode desativar os aplicativos que vêm pré-instalados pela fabricante, como demonstrações de jogos ou ferramentas que quase ninguém usa. Se você utilizar o Android 4.0 ou superior, saiba que é possível pelo menos desativar esses apps inúteis.

Para isso, siga esses passos;

  1. Vá para Configurações > Aplicativos;
  2. Toque no aplicativo desejado e depois em Desativar. O Android deve emitir um aviso, dizendo: “Se você desativar esse app, outros apps poderão não funcionar como deveriam”. Fique tranquilo, se ele não for um serviço essencial para o sistema, nada será afetado.
  3. Toque em OK.

4. Limpe o cache de aplicativos

Os aplicativos que você instala em seu smartphone contam com um mecanismo chamado cache que contribui diretamente para seu bom funcionamento. Sua função envolve coletar e armazenar dados dos aplicativos que você processou, com o objetivo de não precisar repetir o trabalho de carregá-los novamente.

Em boa parte dos casos, esses dados ocupam muito espaço no seu celular e, vez por outra, podem ser removidos manualmente para otimizar o funcionamento do Android em geral. Para isso, siga o caminho para Configurações > Armazenamento > Aplicativos. Com a lista de aplicativos instalados sendo exibida na tela, você pode tocar especificamente em um app e depois em Limpar Cache.

Preciso remover um a um?

Se você tiver uma lista muito grande de aplicativos instalados e não quiser abrir mão deles, para não precisar eliminar o cache dos aplicativos manualmente um a um, é possível instalar aplicativos que fazem o procedimento de forma muito mais prática. Reuni alguns apps úteis no final deste artigo.

Vale a pena saber!

Quase todos os aplicativos podem ter o seu cache limpo sem afetar o seu funcionamento. Dentre eles estão FacebookInstagram, SnapchatYouTube, etc. Mas atenção: não recomendo eliminar o cache de aplicativos de streaming, como Netflix, Spotify, Deezer, Apple Music e outros. Limpar o cache desses apps, exigirá que você faça novamente o download de suas séries, músicas e playlists, caso o tenha feito.

Mais adiante faremos a limpeza desses apps manualmente para evitar que algum conteúdo que você deseja manter seja excluído acidentalmente.

5. Limpe o conteúdo do WhatsApp e mova o restante para a nuvem

A gente sabe que um dos maiores vilões do espaço de armazenamentos nos celulares é o WhatsApp. Cada foto, áudio, figurinha de bom dia que você recebe consome mais um pedacinho desse espaço precioso. Vamos lá fazer a limpa nessa bagunça juntos?

Encontre os itens que mais ocupam memória

Você tem ideia de quem são as pessoas com quem você mais conversa e troca arquivos no WhatsApp? Uma função meio escondida dentro do aplicativo lista contatos e grupos responsáveis ocupar muito espaço no seu celular.

  1. Abra o WhatsApp e vá direto nas Configurações do aplicativo.
  2. Encontre a opção que faz referência ao armazenamento e dados.
  3. Selecione e vá na sequência em Gerenciar armazenamento.
  4. Se você estiver com o sistema operacional atualizado em seu aparelho, uma tela com os GBs usados vai aparecer bem no topo. Logo abaixo, existe a opção Analisar e apagar itens. Ela se divide em:
    • Maior do que 5 MB (o que é prático para apagar de uma vez os arquivos maiores)
    • Encaminhados com frequência (arquivos de mídia compartilhados repetidamente pelo WhatsApp em geral)

Um pouco mais abaixo, estão as conversas. É ali que aparecem os grupos e contatos que possuem volumes de arquivos trocados via o serviço de mensagens. A lista padrão é em ordem do maior para o menor. Mas isso pode ser mudado para Mais recente e Mais antigo.

O mais interessante de ter essas informações é que você consegue excluir os arquivos mais pesados se desejar. Quer deletar tudo de uma vez? Dá. Quer apagar só alguns? Também dá.

É só apertar ir no item selecionar e sair limpando.

Impeça o download automático

Deixar habilitado o download automático de fotos e vídeos recebidos costuma ser prático na hora de visualizar os arquivos salvos no álbum do celular após o processo. Mas isso resulta em encher o telefone sem possibilidade de escolha do que é ou não relevante.

Mudar as configurações do WhatsApp é um ótimo caminho para evitar que o celular fique lotado de novo.

  1. Dentro das Configurações do WhatsApp, escolha o item referente ao uso de dados.
  2. Na tela seguinte você vai ver a opção de Download automático. Ali, você pode dizer ao WhatsApp se ele deve ou não fazer o download automático de mídia quando estiver usando a rede de dados, quando estiver usando wi-fi ou quando estiver em Roaming.

As configurações são independentes para Fotos, Áudio, Vídeos e Documentos. Deixe tudo desligado para poupar mais armazenamento. Toque em OK e pronto!

Remova mídias e mensagens antigas do WhatsApp

Agora que você já escolhe o que o WhatsApp vai baixar, é hora de apagar as mídias de grupos e conversas antigas.

Você pode fazer isso na mão: pra isso é necessário ir ao bate-papo específico.

  1. Selecione o menu (três pontinhos).
  2. Toque em Mais e apague tudo o que desejar.

Existe uma opção um pouco mais radical:

  1. abrir o aplicativo,
  2. entrar em Configurações por meio do menu principal,
  3. toque em Conversas
  4. e acione a opção Limpar todas as conversas. – assim, o WhatsApp vai apagar todas as mídias e mensagens de todos grupos e conversas particulares que você tem salvas no seu app.

Se achou o “apagamento” de fotos e vídeos trabalhoso, alguns apps fazem isso de forma inteligente, dando sugestões do que deve ser apagado (geralmente aqueles memes e mensagens de bom dia que não servem para nada depois do uso). Veja mais sobre apps úteis pra limpeza no final deste artigo.

Salve o conteúdo do WhatsApp na nuvem

Agora que seu WhatsApp está limpinho, bora fazer um backup na nuvem? Guardar uma cópia de segurança dos seus dados do celular é sempre importante, afinal eles estão sujeitos a quedas, mergulhos, roubos e todo tipo de imprevistos possíveis. Só de imaginar perder tudo a gente chega a ter calafrios!

Para salvar todos os dados do WhatsApp na nuvem, basta ir em:

  1. Configurações
  2. Conversas e chamadas
  3. Backup de conversas.

Nessa janela, além de um enorme botão verde dizendo Fazer backup, você também pode configurar a periodicidade do backup (diário, semanal ou mensal), a conta em que o backup será realizado, e o tipo de conexão. Recomendo deixar essa opção em Somente Wi-Fi, já que são muitos dados e não queremos acabar com o pacote de dados, né?

6. Exclua arquivos duplicados

Arquivos duplicados são uma causa comum de espaço gasto desnecessariamente. O antigo app Files Go, chamado atualmente apenas de Files, é uma das várias opções de apps que dispõem de uma ferramenta dedicada para apagar mídias duplicadas. Uma vantagem do app do Google é que essa função não analisa apenas fotos e vídeos, mas também abrange áudios, documentos e quaisquer outros tipos de arquivo.

Ao abrir o software, note que a funcionalidade fica exibida na tela principal, aberta por padrão na guia Limpar. Depois, entre em Arquivos duplicados. Clique no círculo no canto superior direito para excluir todas as cópias ou selecione uma a uma. Em seguida toque em Excluir e as versões mais antigas dos arquivos serão eliminadas do aparelho.

7. Faça uma limpa na galeria e mova o restante para a nuvem

Depois de limpar o lixo do WhatsApp e remover os arquivos duplicados é provável que tenha pouca coisa a limpar por aqui. Em todo caso vamos dar aquela conferida?

Eu sei que pode ser chato entrar no aplicativo da galeria e ficar revirando tooodas as suas fotos ou vídeos até achar alguma que deve ser apagada. Mas essa pode ser a forma mais segura e divertida (já que você poderá dar boas risadas e recordar bons momentos) de fazer a limpeza das suas fotos. Em todo caso se o que você procura é praticidade, dá uma olhada na lista de apps úteis que eu tenho certeza que vai encontrar um pra te ajudar nessa tarefa.

Faça backup com o Google Fotos

Se o seu celular estiver com a memória abarrotada principalmente por conta do número de fotos que você tirou, uma opção é jogar as imagens que você quer guardar em outros aplicativos com nuvem, como o Google Fotos. Assim, ao salvar as imagens que você quer, é possível apagá-las do seu celular e liberar mais espaço na memória.

Google Fotos já vem instalado de fábrica nos celulares Android e possui uma ferramenta integrada para liberar espaço no celular. Ela identifica todas as fotos e vídeos salvos no backup na nuvem do Google, o Google Drive, e os remove do dispositivo.

Para usar a função os passos são simples:

  1. Toque na foto do seu perfil no canto superior direito;
  2. Abra as Configurações do Google Fotos;
  3. Toque em Liberar espaço do seu dispositivo, e ele mostrará quanto espaço pode ser liberado;
  4. Toque em Liberar.

Prontinho! Suas fotos e vídeos já estão salvos na nuvem.

8. Desative músicas que você não ouve mais

É verdade que os aplicativos de streaming facilitaram o acesso e os meios de se escutar música pelo celular. Mas Spotify, Deezer e Apple Music, que são os mais famosos do ramo, também ocupam bastante memória do seu celular.

Uma maneira de diminuir o espaço desses apps é desinstalar os álbuns de artistas que você baixou, mas não escuta mais. Isso porque quando você faz o download de um álbum para escutá-lo sem internet, as músicas ficam armazenadas na memória do aparelho.

Cada aplicativo streaming possui sua funcionalidade, mas o processo costuma ser simples: é só entrar em cada álbum ou playlist e procurar pelo item de desativar o modo offline.

9. Exclua vídeos que não irá assistir

A dica de remover itens offline de serviços de streaming também se aplica aos filmes e séries que você gosta de assistir. Apps como Netflix, Disney+ e Amazon Prime permitem que você salve alguns títulos para assistir sem internet. Baixar alguns pra uma viagem ou deixar salvo caso você tenha a internet instável na sua casa pode ser boa ideia, mas manter títulos lá sem que essas necessidades sejam reais só vai consumir o precioso espaço do seu celular.

Alguns desses serviços contam com downloads inteligentes, que apagam títulos após assistidos, baixam o próximo episódio da série que você já acompanha ou mesmo sugerem títulos offline automaticamente. Então mesmo que você não tenha baixado propositalmente, pode valer a pena dar uma olhada lá e garantir que não tenha nenhum ladrão de armazenamento.

10. Remova arquivos de download

Todos os arquivos salvos no sistema operacional do Google ficam guardados na pasta Downloads. Todos! Até aquele boleto que veio anexo em um e-mail e você não precisa mais guardar.

Com o tempo, o diretório fica cheio de imagens, vídeos e PDFs que, em alguns casos, foram baixados para serem usados uma única vez e, por isso, são dispensáveis.

Você pode se livrar desse lixo de forma simples. Basta abrir o gerenciador de arquivos (aquela pastinha amarela), localizar a pasta Downloads e checar o que está lá. Selecione os itens a serem descartados e jogue-os na lixeira.

11. Use a ferramenta nativa do Android para limpar espaço

Se você possui Android 8 (Oreo) ou superior, é possível que seu próprio celular faça o trabalho sujo de limpar arquivos inúteis.

  1. Clique em Configurar
  2. depois em Armazenamento
  3. e você encontrará a opção Limpar ou Liberar espaço.

Nela, o seu Android elenca uma lista de arquivos que são desnecessários, segundo o critério do sistema, e fica a sua escolha selecionar os arquivos que você quer excluir.

O painel também passou a oferecer um Gerenciador de armazenamento, capaz de apagar fotos e vídeos a partir de um período selecionado (mais de 30, 60 ou 90 dias). Para a segurança, o recurso só exclui as mídias salvas em backup na nuvem. A iniciativa é evitar que os interessados percam conteúdos importantes por descuido.

12. Aumente a capacidade de armazenamento usando um cartão microSD

Uma das grandes vantagens do Android sobre o concorrente iPhone é o suporte para cartão de memória.

Usando um cartão para expansão é possível mover alguns aplicativos para o microSD (infelizmente não todos), transferir documentos, fotos e vídeos, e deixar o espaço interno livre para o que realmente precisa estar no dispositivo, os recursos mais essenciais.

13. Vá além e conheça alguns apps que podem te ajudar

Não sou muito fã desses aplicativos que reúnem várias funções para fazer uma limpa do celular porque normalmente as coisas saem do controle. No caso do cache, tenho receio de que o aplicativo apague minhas músicas no Spotify, conversas no WhatsApp ou qualquer outro dado que eu gosto de manter bem seguro no meu smartphone.

Mas até que alguns são úteis. Como eles se especializam nessa tarefa, também mostram uma série de informações úteis sobre o armazenamento do seu dispositivo em um lugar só. Portanto, selecionei alguns pra você usar no seu celular toda vez que faltar espaço na memória interna.

  • CCleaner: Esse é bem popular no Windows. A versão para Android é simples, mas cumpre o que promete: com ele, é possível ver quanto de armazenamento interno está sendo usado, além da RAM (memória responsável pelo desempenho do dispositivo, não por armazenamento), CPU (referente ao processador do celular, também é indicador de desempenho/ velocidade) e bateria. Ele vem com um Limpador para scanear a memória interna e remover o que não é útil, além de um Gerenciador de aplicativos, para mostrar os que mais ocupam espaço. Baixe agora gratuitamente.
  • Clean Master: Esse é mais completo, mas em compensação tenta empurrar algumas ferramentas que o seu celular não precisa. Recomendo a função Limpar espaço, que basicamente analisa a memória do seu celular e vê o que precisa ser desinstalado ou parado para deixá-lo mais rápido. Só não use o antivírus embutido. Você não precisa. O Clean Master também é gratuito e está disponível no Google Play.
  • Files Go ou apenas Files, para os íntimos: é um dos meus apps favoritos! Uso bastante pra excluir arquivos duplicados. Por ser uma ferramenta Google, assim como o Android, é provavel que seu smartphone já tenha o Files instalado, mas se não tiver você pode baixar no Google Play.
  • Gallery Doctor: Esse app analisa sua galeria e mostra fotos ruins (escuras, tremidas, desfocadas…) que podem ser deletadas. É uma ótima solução para quem quer ver, de forma separada, as fotos similares, fotos ruins e até as fotos para revisão, que incluem imagens que não se encaixaram em nenhuma das duas categorias anteriores. A revisão de fotos é feita como uma espécie de Tinder: um deslize para o lado faz a imagem ficar ou ser deletada; se acontecer algum acidente e você excluir alguma sem querer, o app dá cinco segundos para a ação ser desfeita. O aplicativo já esteve disponível para usuários de Android iOS, mas hoje só pode ser baixado por APK no Android (não recomendado para usuários iniciantes).

DICAS BÔNUS: Para usuários mais avançados

Além de usar o Gallery Doctor, quem já tem mais intimidade com aplicativos e o próprio sistema operacional da Google tem a possibilidade de vasculhar arquivos de sistema pra fazer uma limpeza mais profunda. Mais cuidado! remover arquivos de sistema pode inutilizar o aparelho! Não apague nada se não tiver certeza!

Monitore pastas e arquivos pesados

Além dos aplicativos e os dados que eles criam, existem algumas pastas no seu armazenamento interno que são criadas a partir de downloads ou transferências e também podem ocupar espaço. Para fazer uma limpa completa, eu recomendo que você vasculhe a memória interna para descobrir o que está deixando seu celular lotado.

Existem várias formas de fazer essa tarefa, mas eu prefiro usar dois aplicativos: o ES File Explorer e o Disk Usage & Storage Analyzer. Com o segundo é possível ver quais pastas e arquivos estão ocupando mais espaço no smartphone. Você pode utilizar apenas o ES File Explorer, mas aí seria necessário vasculhar pasta por pasta para ver quais arquivos são úteis e quais não são. Isso também é um pouco perigoso: alguns arquivos são importantes para o funcionamento do sistema, então saiba exatamente o que está fazendo ou se limite a deletar mídias, arquivos *.zip ou gravações.

Remova arquivos e pastas de apps já desinstalados

Nem sempre é possível se livrar de todos os arquivos de um aplicativo ao desinstalá-lo do sistema operacional. Vários programas deixam rastros que ocupam armazenamento. Para se livrar deles você pode usar o mesmo gerenciador de arquivos ES File Explorer. Abra-o e entre na ferramenta Cleaner. Marque o campo Lixo residual, que indicará o espaço que os arquivos inúteis gastam no seu telefone. Selecione os outros campos, se desejar, e toque em Limpar agora para liberar memória automaticamente.

Conclusão

Nesse tutorial eu optei por não usar prints de tela porque as versões de Android podem mudar para cada leitor, mas se você tiver dificuldades para realizar alguma das dicas que reuni aqui é só chamar nos comentários que eu te ajudo a descomplicar.

Muitas das dicas dadas aqui servem também pra iOS, então se você usa um iPhone pode buscar aplicativos e funcionalidades similares. A Apple utiliza sua própria nuvem, o iCloud, mas ferramentas como Google Drive e Google Fotos também estarão disponíveis pra você, basta criar uma conta e baixar os aplicativos na Apple Store.

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Como usar o Google Drive: guia com o passo a passo e dicas para aproveitar o que há de melhor na ferramenta

Quando falamos sobre Nuvem uma das ferramentas mais comentadas aqui em nossas redes sociais foi o Google Drive. Não é pra menos. A Google começou oferecendo um site de buscas que indexa tão bem a rede mundial de computadores que é considerada uma das maiores colaboradoras para a popularização da internet. Se antes dela os internautas eram obrigados a saber o endereço dos sites que queriam acessar, agora basta pesquisar por palavras-chave e todo o conteúdo disponível será oferecido em instantes. E a empresa não parou por aí. Criou uma suíte de serviços na nuvem incrível e gratuita! Isso mesmo. Grande parte desses serviços você encontra na Suíte Google Drive.

A decisão de criar aplicativos na nuvem foi tão importante na evolução da empresa Google que se fundiu totalmente ao seu DNA impactando diretamente sua missão estratégia e, por consequência, todas as suas ações. Isto a tornou a gigante da tecnologia que ela é hoje.

Missão estratégia da Google

Suíte Google Drive, sua maior aliada está na nuvem

Você certamente precisa ter acesso aos seus arquivos fora de casa. Seja no celular, notebook ou computador do trabalho, é comum que precisemos transitar com nossas informações de um lado pro outro, compartilhar e modificar estes documentos.

Talvez você tenha a minha idade, e costumava carregar por aí caixas de disquetes. Cada um com seus gloriosos 1.44 megabytes de espaço disponível. O suficiente para armazenar apenas duas fotos, destas que você tem às centenas no celular e posta no Instagram todo dia. Talvez você seja mais novo, e já tenha passado sua adolescência digital com pendrives dependurados no chaveiro, ou CDs regraváveis na mochila.

De qualquer maneira, se você ainda usa qualquer um destes métodos, você ficou para trás, amigo. Com as ferramentas de armazenamento em nuvem, isto tudo já é coisa de dinossauro. Para te tirar da pré-história, preparei este guia. Você vai aprender como usar com maestria um dos sistemas mais completos que existem hoje: o Google Drive.

Chapolin Colorado: Sigam-me os bons!

O que é o Google Drive?

O Google Drive é parte do Google Apps, o ecossistema de aplicativos que o Google desenvolveu para facilitar a vida de todos. Ele é o responsável por manter seus arquivos sincronizados entre diferentes máquinas e a internet, no seu espaço de armazenamento com o Google.

Mas reduzir o Drive apenas a um espaço de armazenamento é uma injustiça. Afinal, pareado com os outros aplicativos do ecossistema, ele não apenas disponibiliza seus arquivos, mas permite a colaboração em tempo real e compartilhamento deles.

Tudo isso num pacote bem fácil de usar, desde o computador até o seu celular.

O que o Google Apps inclui?

Como eu disse, a sacada aqui não é o Drive em si, mas seu ecossistema. Ele é disponível gratuitamente para pessoas físicas e custa baratinho para empresas. Coisa de 5 dólares por usuário/mês. Mesmo com o câmbio desfavorável, ainda é um ótimo custo/benefício.

No pacote você acha:

  • Gmail: um dos melhores clientes de e-mail, até hoje
  • Drive: armazenamento em nuvem
  • Docs (Documentos): Editor de texto, como Word e Writer
  • Spreadsheets (Planilhas): Editor de planilhas, à lá Excel
  • Presentations (Apresentações): Para fazer slideshows, como o PowerPoint
  • Hangouts ou Meet: Chat, com suporte à voz, vídeo e screensharing (compartilhamento da sua tela para que todos na chamada possam ver o que você vê. Excelente ferramenta para aulas virtuais)
  • Calendar (Agenda): Para organizar compromissos e tarefas
  • Contacts (Contatos): Lista de contatos e e-mails inteligente

Ainda há ferramentas para cursos online (Google Sala de Aulas), construção de páginas web (Google Sites), sistemas de segurança para empresas (Apps Vault e Admin Console), ferramentas de marketing (Google Analytics, Google AdWords e o Google Search Console), etc. Mas falar de todos elas em um único post é totalmente inviável, então se você quiser que eu descomplique alguma dessas outras é só pedir aqui nos comentários que eu preparo um guia exclusivo pra elas.

Quais as vantagens do Google Drive?

Provavelmente a maior força do Google Drive está na sua baixíssima barreira de entrada. Quer dizer, é muito fácil começar a usar o produto e se beneficiar dele. Leva poucos minutos para um usuário que está ali pela primeira vez entender a lógica geral das coisas e começar a fazer um bom uso.

Com preços que começam em zero reais, ele também uma alternativa muito econômica a outros pacotes como o Microsoft Office. Mesmo em seus planos pagos, o armazenamento tem preço justo e sua capacidade de criareditar e colaborar em documentos online é simplesmente fantástica.

Outro ponto forte é que praticamente qualquer sistema operacional é suportado. Além de rodar tranquilo direto do seu browser, existem plugins para o Chrome e aplicativos para iOS Android, assim como Windows Mac. Para quem usa Linux ou Windows Phone, ainda não há aplicativos nativos, mas o serviço está disponível via Google Sync ou através do browser do sistema. Por este mesmo método também é possível acessar os apps em sistema mais exóticos como o MIUI ou Ubuntu Phone.

É legal também lembrar que o Drive sincroniza outros arquivos como fotosvídeosarquivos compactados e formatos proprietários de outros softwares, como Photoshop e AutoCad sem problemas. Para estes arquivos não é possível fazer a edição online, mas eles ainda serão mantidos protegidos e sincronizados entre suas máquinas. O limite de tamanho é 5 TB (isso mesmo, TERAbytes). Mais que o suficiente para a maioria das pessoas.

Quais as desvantagens do Google Drive?

Apesar de ser extremamente útil, nem tudo aqui são flores. O Google Drive também tem suas falhas. A principal delas é que os arquivos criados pelos aplicativos Docs, Spreadsheets, Forms e Slides não são realmente sincronizados com o computador. O que o programa faz é colocar um placeholder, uma espécie de marcador, que diz para você o nome do arquivo e sua localização, mas não permite que você o edite fora do sistema.

Assim, se você sincroniza sua pasta de planilhas, por exemplo, vai saber quantas têm, seus nomes e localização, mas precisa retornar ao Spreadsheets para trabalhar nelas. Isto não chega a ser um grande problema quando a conexão com a internet está estável, mas sabemos que isto nem sempre é verdade em terras tupiniquins.

Outro problema é que se você não tem acesso aos aplicativos nativos, como em telefones com Windows, as versões mobile (site para celulares e tablets) são muito simples, sem muitas funcionalidades e até meio desajeitadas. Não servem para realizar nenhum trabalho minimamente sofisticado. Para contornar esse problema você pode abrir a página do Drive com o navegador de internet (e já que estamos falando de Google, recomendo usar o Google Chrome), abrir a página em versão “Para computador” e abusar do zoom pra conseguir usar a interface não adaptada para celulares. Já adianto que não é nada prático isso, mas se não der pra você usar em um computador, te recomendo paciência e desejo sorte. 🙄

Como usar Google Drive?

Existem duas formas principais de acessar seus arquivos no Drive: via sincronização na sua máquina (Windows e Mac, nativamente) ou através do cliente web. Para qualquer uma das duas, será necessário ter uma conta no Google.

Acessando via cliente web

Para acessar através do seu browser, basta ir em google.com/drive.

Os navegadores suportados são:

  • Chrome
  • Firefox
  • Safari
  • Microsoft Edge / Internet Explorer

Se você usa outros, como o Opera, ainda poderá ter acesso aos seus arquivos, mas algumas funções podem não ser executadas corretamente. No Google Calendar, por exemplo, é possível consultar seus compromissos, mas durante nossos teste não foi possível editar ou adicionar nada. Nos aplicativos Docs, Spreadsheets e Slides, podem acontecer erros de visualização e quebras inesperadas nas páginas.

O modo de edição offline (desconectado da internet), que, apesar de limitado é bem útil, só funciona no Google Chrome.

Acessando via aplicativo

Para instalar o Google Drive, você pode logar na sua conta, clicar na engrenagem no canto superior direito, e selecionar a opção “Fazer o download do Drive”.

como usar o google drive

Você também pode ir a google.com/drive/download/ e baixar o executável de lá. Esta página também tem atalhos para os aplicativos móveis de Android e iOS.

Ao clicar no botão de download, você precisa aceitar os termos de uso antes de baixar o instalador.

como usar o google drive: Tela do instalador. Só baixe o arquivo do site oficial!

O instalador não tem nem um megabyte, e vai baixar rapidinho. Quando você o abrir pela primeira vez ela vai baixar os arquivos necessários para rodar. Aqui levou menos de 30 segundos!

Em seguida, será apresentado um breve setup para configurar o programa. O primeiro passo é entrar com suas credenciais do Google. Em seguida, são apresentadas 4 telas com algumas informações sobre o aplicativo.

Então será criada uma pasta “Google Drive”, até com um ícone bonitinho, que é seu atalho para enviar e sincronizar seus arquivos. Veja:

como usar o google drive: Ícone da pasta do Drive no Windows 10

Na sua barra de notificações, ao lado do relógio, também haverá um ícone novo, indicando que a sincronização está ativa:

como usar o google drive: ícone da barra de notificações

Eu sei, tenho muitos arquivos.

O passo que eu recomendo que você faça imediatamente é clicar com botão direito neste ícone, depois clicar nos três pontinhos e ir em “Preferências”.

como usar o google drive: menu do drive

Ali você pode escolher se quer sincronizar todas as suas pastas, ou apenas uma parte delas. Talvez você não queira sincronizar os arquivos do trabalho no computador de casa ou vice-versa, por exemplo.

como usar o google drive: menu de preferências

Também é possível ver seu espaço disponível, escolher sobre a inicialização automática do programa e colocar limites na banda disponível para upload e download.

Agora que o programa está configurado, é só colocar os arquivos que você tem sincronizados dentro da sua pasta e acessá-los de qualquer lugar!

Dicas campeãs de como usar ao máximo o Google Drive

Agora que você já entendeu o básico sobre como o Google Drive funciona, é hora de colocá-lo para trabalhar! Veja algumas maneiras de extrair o melhor da ferramenta:

Garanta sua segurança com autenticação de dois fatores

Se você usa senhas como a sua data de nascimento, nome do seu cachorro ou apelido da namorada, apenas pare.

É sério, cara! Você está hospedando arquivos potencialmente importantes ali. Coisas de trabalho, faculdade, documentos pessoais. Você não quer isso em mãos erradas, não é?

Felizmente, existe uma solução simples e muito eficiente para isto: autenticação em dois fatores.

Isto quer dizer que, além da sua senha, também será necessário um fator adicional para entrar na sua conta pela primeira vez. Este fator pode ser um aplicativo instalado no seu smartphone ou o envio de um SMS para o seu celular.

É muito fácil e você só precisa de um telefone para fazer. Clique aqui e configure a sua.

Importe os arquivos que você já criou

Há uma boa probabilidade que você tenha documentos, entre textos, fotos e planilhas, que vão precisar ser carregados para dentro do Drive, agora que você viu a luz, digo, adotou o sistema.

Mas copiar e colar o conteúdo destes documentos seria um verdadeiro pesadelo, não é? Mas calma, sem problemas!

Importando pelo aplicativo web

Ao clicar em “new” você pode importar arquivos individualmente, ou mesmo uma pasta inteira numa tacada só.

O procedimento não poderia ser mais simples. É só navegar até o local escolhido e selecionar o arquivo ou pasta.

como usar o google drive: como importar um arquivo

Um detalhe importante é que você pode escolher se quer apenas hospedar os arquivos, ou também convertê-los para o formato que pode ser editado online nas ferramentas do Google.

Para fazer isto, basta clicar na engrenagem, do lado superior direito da tela, e em “settings” ou “ferramentas”. Você vai se deparar com estas opções:

como usar o google drive: opções do menu de ferramentas do google drive
  • Storage/Armazenamento: Mostra quanto espaço há disponível e dá opção para comprar mais
  • Convert upload: marque para converter seus arquivos automaticamente

Atenção! Converter arquivos do office com formatação rica, muitas fórmulas, VBA, e alguns recursos avançados pode estragar sua formatação! Faça esta migração com cuidado e sempre guarde um backup!

  • Language/Idioma: Troca a linguagem da interface, não interfere com os arquivos.
  • Offline: Permite que a listagem dos arquivos seja disponível offline, no seu computador.
  • Density/Densidade: Controla quanta informação a tela mostra de uma vez só. Eu prefiro o “confortable”, mas se você tem um monitor menor pode usar “compact” para mostrar mais coisas de uma só vez.
  • Create a Google Photos Folder/Criar uma pasta para o Google Fotos: Integra o serviço de fotos do Google no Drive. Especialmente útil para quem usa celulares android, que tendem a ter o Google Photos integrado como padrão. Também pode ser usado com iOS, bastando instalar o aplicativo.

Importando pelo aplicativo desktop

Como vimos acima, o aplicativo para desktops do Drive cria uma pasta virtual, que é uma espécie de espelho do seu armazenamento online. Assim, se você quiser subir um (ou muitos) arquivos para o drive, basta colocar eles dentro desta pasta. Mais simples impossível!

Quando você tem muitos arquivos, ou separa documentos de trabalho e pessoais, por exemplo, talvez não queira que todos os arquivos do drive tenham um espelho na sua máquina, certo? Sem problemas. É só clicar com o botão direito no ícone do aplicativo e voltar nas preferências. É o mesmo menu que você viu durante a instalação do programa!

Se você remover alguma pasta aqui, ela desaparece do desktop, mas permanece segura dentro do Google Drive!

Crie colaborativamente

Talvez este seja o meu recurso favorito do Google Drive. Através da plataforma você pode compartilhar os arquivos de forma controlada, além de dar acessos de edição ou apenas visualização de maneira muito, muito granular.

Perfeito para equipes, como a que está trabalhando agora para levar todo o conteúdo fantástico deste blog até você!

Permissão e compartilhamento

Se estiver com um documento (seja ele texto, planilha ou apresentação) abertos, você verá este simpático botão azul no canto superior direito:

como usar o google drive: botão de compartilhamento

Pode estar escrito “Compartilhar”, se você usa o Google Drive em português.

Na interface web, você pode usar o ícone na barra superior, ou clicar com o botão direito no arquivo/pasta que quer compartilhar, desta maneira:

como usar o google drive: como compartilhar

Ao clicar em qualquer um dos dois, será apresentada uma caixa para que você configure os acessos. É bem fácil, veja só:

como usar o google drive: como compartilhar

Na barra “People” ou “Pessoas” você escolhe, dentro da sua lista de contatos, quem recebe o acesso. No botão cinza, à direita, você escolhe o nível de permissão, que pode ser:

  • Can edit/Pode editar: as pessoas listadas podem ver e alterar o conteúdo dos documentos
  • Can comment/Pode comentar: pode ver e adicionar comentários, mas estes só podem ser aprovados ou reprovados por quem tem permissão “can edit”.
  • Can view/Pode ver: pode acessar o documento, mas não pode realizar nenhuma alteração

Atenção! Por padrão, a permissão de “can view” também permite que a pessoa faça cópias (que serão editáveis editáveis) do seu documento.

A atribuição de permissão por email — esta que vimos acima — requer que a pessoa esteja logada em uma conta reconhecida pelo Google, para provar sua identidade. Esta maneira, entretanto, não é prática quando precisamos configurar a permissão em função do artigo em si, e não das pessoas que podem acessá-lo. Isto acontece, por exemplo, quando queremos incluir um time inteiro, ou deixar o artigo público para colaboração.

Nestes casos, você deve usar “Get shareable link”, ou as permissões avançadas de edição, nestes botões:

como usar o google drive: como compartilhar arquivos

O botão “Advanced” abre uma tela como esta:

como usar o google drive: link compartilhável

No topo, é exibido o link para os colaboradores, assim como botões para compartilhar o link. Abaixo, está a lista de pessoas com acesso a ele. Clicando em “Change”, configura-se qualquer combinação de atribuição de permissão e acesso:

como usar o google drive

Se o seu arquivo é público, ele pode ser descoberto por crawlers, e aparecer nas páginas de resultado do Google.

Em “anyone with the link” o acesso é permitido a todos, mas é necessário conhecer o link para chegar no arquivo.

Você consegue saber imediatamente que está vendo seu arquivo, olhando para o topo da tela. As pessoas logadas no Google aparecem com um nome e foto. Quem não estiver, é identificado como um “animal anônimo”:

Como compartilhar arquivos do Google Drive com contas de e-mail que não são do Google

O compartilhamento dos arquivos do Drive do Google só são permitidos para quem tem uma conta no Google. 

As contas do Google não precisam usar endereços do Gmail.

Uma Conta do Google é apenas um sistema de login unificado que oferece acesso a produtos do Google, como Google Drive, Documentos, Planilhas e Apresentações Google. Você pode associar qualquer endereço de e-mail a uma Conta do Google.

Se a pessoa não tiver uma conta, será necessário criar uma através deste link https://accounts.google.com/signupwithoutgmail

Exemplo: se a pessoa tem uma conta no uol.com.br ela poderá associar o email @uol.com.br com a Conta do Google sem precisar se inscrever no Gmail.

Dessa forma, você poderá compartilhar arquivos com essa conta @uol.com.br

Comunidade de Ajuda do Google Drive

Sabia que a Google oferece suporte a esses aplicativos gratuitamente? Pois é, e ainda mantém uma comunidade onde pessoas com diversos níveis de aptidão podem te ajudar.

Em caso de dúvidas não hesite em procurar uma solução por lá e abrir uma postagem nos fóruns que suas dúvidas podem ser respondidas imediatamente.

Claro que você pode deixar sua dúvida aqui nos comentário também. 😉

Turbinando sua conta com o Google One

Precisa de mais espaço ou mais funcionalidades? É possível fazer um upgrade com assinaturas que não são tão caras assim.

Planos da assinatura Google One (https://one.google.com/)

Mestre GDrive, que a força esteja com você!

Agora que você já é um verdadeiro mestre do Google Drive. Está pronto para montar seu time, produzir e colaborar na nuvem para realizar qualquer missão!

E não se esqueça de deixar suas dicas e dúvidas nos comentários! Até a próxima!

Seu armário merece um Google Drive

Seu armário merece um Google Drive

Toda vez que me proponho a arrumar meu guarda roupa preciso de alguns dias pra me preparar psicologicamente. Por que não se trata apenas de arrumar, mas também de limpar todos os cantinhos, olhar de novo pr’aquela calça de veludo marrom que já tem dois invernos no mesmo cabide, sem uso. Vai pro saco de doação ou não?*

Penso e pondero. E essa blusa de lã listrada? Até que combina com a calça marrom…. E esse vestido tie die que comprei pro ano novo de 2018/2019 e só usei por meia hora? Longo, lindo, mas ta lá, sem uso. Talvez se eu cortasse um pedaço do comprimento e fosse transformando até ele ficar pouco acima do joelho? É uma!

As camisetas ficam enroladinhas nas caixinhas de cerveja corona extra. Parece, mas não é piada. Foi o jeito que dei de organizar as bonitinhas e ganhar espaço nas prateleiras. As camisetas de mangas longas e as blusas de lã ficam no andar de baixo, semi dobradas pra não pegar cheiro de guardado e transformar meu nariz numa bica, quando o tempo muda de repente.

Aliás, minha filha Luiza me alertou que vem uma ursa polar muito forte essa semana e que as temperaturas vão despencar especialmente no sul, oeste e pedaço do sudeste. Nunca gostei do frio. Tem gente que ama aquelas vinte milhões de camadas de roupas, dizem que as pessoas ficam mais chiques e coisa e tal. O escambáu! Eu sou do sol e adoro short, regata e pé no chão.

Voltemos ao armário, já que winter is coming e eu não tenho nenhum dragão na manga.

Junto com os biquínis, cangas, shorts e bermudas, na penúltima prateleira, ficam dois gorros, um par de luvas e um cachecol de lã grossa, os vestidos, saias e blusas que guardo enroladas por que uso amassadas mesmo, no melhor estilo hippie chique. Amo! Especialmente por que não preciso passar. Aliás, não passo roupa há milênios. Acho uma perda de tempo completa. Assim como enxugar louça. Deixo que o tempo e o vento cuidem disso. Tenho mais o que fazer. Ali também estão os meus pijamas, dois de verão e dois de inverno. E meia dúzia de pares de meias.

Lá embaixo de tudo tenho dois pares de botas, três chinelos, dois tênis e prontocabô. Ah! Esqueci lá do primeiro andar onde ficam o pote de remédios, cremes, desodorante, depilador, protetor solar, escova de cabelo e uma bolsinha com outras bolsinhas onde guardo brincos e outros tantos badulaques, papeizinhos, elásticos e batons. Nossa! Quanto tempo não uso batom! A máscara, né? Pois é.  E tem a minha caixinha de esmaltes, alicates, palitinhos, acetona, algodão, pinça, espelho, tesourinha e…. cansei só de pensar que preciso dar um jeito nas unhas e nas sobrancelhas. Detalhe: mesmo com aquele espelho que aumenta tudo, de óculos, não enxergo pra tirar os pelos que crescem tortos, uns pretos, vários brancos e, afinal de contas, pra quê mesmo a gente precisa ir contra a natureza e arrancar o que nasce naturalmente? Cada vez menos entendo essas regras e formatações das quais, com licença, passo longe.  

Em frente! Esse é um lado do armário. Do outro ficam as roupas de cama na prateleira acima  dos cabides com calças (inclusive a de veludo marrom), uniformes de trabalho, lenços e pashminas, duas camisas, algumas saias, dois casacos de lã e uma jaqueta de capuz .

Embaixo deles, no vão livre, minha sacola de documentos, contas pagas e a pagar, uma bolsa e, dentro dela, várias outras bolsas menores com seiláoquetantotemlá. E no andar térreo uma caixa cheia de conchinhas que venho colecionando desde que vim morar perto do mar, uma sacola com várias outras sacolas dentro que, acredito, um dia vou precisar.

Pra ficar do jeito que eu gosto, vou tirando as coisas por partes, já aproveitando pra ver validade dos produtos, passando um bom pano com álcool e, enquanto seca, esvazio outro compartimento, recoloco as coisas do anterior e assim prossigo, até a última espanada pelo lado de fora. Obviamente que, no meio da empreitada, paro e me pergunto diversas vezes: de quem foi a ideia maluca de fazer isso? Minha! Eu sei.

Suspiro e sento na cama pra admirar o resultado da arrumação. Tá locodelindo! Que  satisfação  em  ver que existem espaços entre as coisas, que existe uma ordem, uma seqüência e que fica muito mais fácil de achar até aquele carretel com a linha branca?!

Muito bem! Imbuída desse sentimento prazeroso que é o de, segundo o lema do personagem Teodoro, em “Dona Flor e seus dois maridos”, de Jorge Amado, “um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar”, passo o armário arrumado pra Isa. Por qual motivo?

O próximo tema do nosso blog, a ser publicado na quinta-feira, 29/07 será: “Como usar o Google Drive – guia com o passo a passo e dicas para aproveitar o que há de melhor na ferramenta que, basicamente, tem como objetivo organizar arquivos, textos, fotos, vídeos e tudo o mais que você tiver espalhado na sua área de trabalho.

Além disso, ela vai responder a perguntas como:

O que é o Google Drive e como usar?

Como faço para acessar o Google Drive?

Como faço para criar uma conta no Google Drive?

Como acessar o drive do celular?

Como fazer download do Google Drive no PC?

Como fazer download do backup do Google Drive? (uia!)

Entre outras coisinhas mais!

Não perco nem que a vaca tussa!

Até porque organizar o exterior ajuda a colocar ordem no nosso interior. OOOOOOOooooooommmmmMMMMMMMMM.

* Aproveitando o assunto, que tal darmos uma catada em nossos guarda roupas e tirar para doação o que não usamos mais? A onda de frio vem pra cima e vem roncando, é branca e gelada. E vai judiar principalmente de quem mora nas ruas e nem armário tem….

blog_isa_nuvem

O que é Nuvem e como fazer para acessar?

Se você não sabe o que é nuvem e como fazer para acessar, este post é pra você. Sendo cringe, eu já usava computadores antes da existência dos celulares. A gente fazia download de tudo e nossas máquinas precisavam ter cada vez mais espaço de armazenamento pra guardar filmes, séries, jogos, TUDO! Mesmo que a gente não fosse mais assistir era tão chato encontrar e esperar um download eterno acabar que a gente preferia guardar. Vai que… Porém na última década os hábitos mudaram. Agora jogamos, assistimos e ouvimos tudo por streaming. Basta ter uma boa conexão com a internet e tudo se torna acessível instantaneamente através da nuvem.

Tá, mas o que é nuvem e como fazer para acessar?

Falando tecnicamente a nuvem não é uma entidade física, mas uma vasta rede de servidores remotos ao redor do globo que são conectados e operam como um único ecossistema. Estes servidores são responsáveis por armazenar e gerenciar dados, executar aplicativos ou fornecer conteúdos ou serviços, como transmissão de vídeos, webmail, software de produtividade ou mídias sociais. Em vez de acessar arquivos e dados locais, de um HD externo, pendrive ou de um PC na sua rede local, você pode acessá-los online, usando qualquer dispositivo com acesso à Internet. As informações estarão disponíveis em qualquer lugar, a qualquer hora.

Atualmente o que não faltam são serviços online. Quer assistir filmes ou séries? Temos YouTube, Netflix, Amazon Prime, Disney+, Apple TV+, Globo Play… isso pra falar dos mais conhecidos. Agora se você deseja ouvir música pode recorrer ao Spotify, YouTube Music, Deezer, Resso, etc.

Como funciona o armazenamento em nuvem?

Mas nem só de streaming vive a nuvem. Pra aumentar a capacidade de armazenamento de computadores e celulares, fazer backup automático ou pra compartilhar arquivos temos disponíveis diversos serviços gratuitos e pagos. Entre os mais populares estão o Google Drive, Google Fotos, iCloud, One Drive e Dropbox. Podemos acessar todos estes serviços pela internet. Através de aplicativos no celular, programas de sincronização automática no computador ou site usando seu navegador preferido.

Uma curiosidade é que, muitas vezes, seus arquivos podem estar armazenados em outro país. Os servidores Google, por exemplo, estão hoje em 12 países: EUA, Canadá, Brasil, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Holanda, Índia, Singapura, Taiwan, Japão e Austrália. Imagina uma forma melhor de fazer backup? Ainda que haja uma catástrofe natural em algum desses países seus dados provavelmente estarão seguros. Porque a empresa faz cópias de segurança em servidores de diversos data centers. Um data center é um local físico que possui um alto nível de segurança digital e física.

Para acessar serviços na nuvem geralmente é necessário ter uma conta. Com ela você poderá compartilhar, editar e até mesmo excluir os arquivos armazenados na nuvem.

Como tudo na vida, o armazenamento na nuvem possui vantagens e desvantagens

Um ponto positivo é que não precisamos comprar hardwares para armazenar seus arquivos. Isso ajuda a baratear o custo dos dispositivos, reduz o peso deles e nos oferece infinitas possibilidades de acesso. Seja utilizando um ou vários serviços que possuem espaço considerável para armazenamento de forma gratuita. Seja expandindo o espaço de armazenamento através de assinaturas que são bastante acessíveis.

Além disso, quando utilizamos a nuvem acessamos arquivos sem a necessidade de encontros presenciais. Equipes podem trabalhar remotamente e compartilhar arquivos na nuvem.

A principal desvantagem é a necessidade de estar constantemente conectado à internet. Isso pode se tornar um empecilho, pois nem todas as áreas possuem conexões estáveis. Em diversos lugares os usuários podem enfrentar problemas para acessar seus arquivos.

Por que o nome nuvem?

Nós utilizamos o termo “nuvem” desde a criação da internet nos anos 70. Geralmente profissionais de tecnologia representam a internet com o desenho de uma nuvem.

o que é nuvem e como fazer para acessar
Desde os anos 1970 a palavra “nuvem” era utilizada para se referir à internet (Imagem: Reprodução/How-To Geek)

Dessa forma indicamos que não importa o caminho pelo qual a informação siga. Em tecnologias cliente x servidor o que importa são as pontas. Quem está acessando? Onde está a informação buscada? Quem será responsável por processar a requisição?

Dá pra gente imaginar o futuro desses serviços?

Dá sim. Existem serviços que não estão disponíveis no Brasil ou ainda não se popularizaram. No caso de serviços de streaming de jogos, como o PlayStation Now, a esperança é de que se tornem cada vez mais acessíveis ao público com o lançamento do Google Stadia e do Projeto xCloud da Microsoft.

Muitos avanços foram conquistados e não há limites para a tecnologia. E a esperança é de que as novas tecnologias se tornem cada vez mais acessíveis para o grande público.

Em breve irei publicar tutoriais para acesso a diversos serviços mencionados aqui, então siga a ITC nas redes sociais e fique sabendo de todas as novidades. Espero ter respondido a questão levantada pela @lanachueri no post “Papo reto…”. Se você também tem dúvida sobre esse assunto, seja ela sobre como usar ou mais técnica, deixa sua pergunta aqui nos comentários que a gente descomplica a tecnologia pra você.

blog_3_papo-reto

Papo reto com Isa Colucci, a chefe mais líder da paróquia

Batendo papo com @isacolucci durante a semana chegamos à conclusão de que o melhor jeito de trazer os assuntos técnicos de forma mais humanizada (tá na moda isso, né?), seria eu compartilhar com vocês como é meu dia a dia aqui na recepção da pousada. Achei a ideia ótima e vou desenhar um pedaço da missa. Nem metade.


Depois de dar bom dia aos gatos, que ficam me esperando na porta pedindo comida, passo álcool gel em tuuuuuuuuuudo e ligo o PC. Primeira coisa é abrir o whatsapp web e encaminhar o cardápio do dia aos nossos clientes de delivery. Feito isso, fecho esse e abro o celular da Pousada pra responder às consultas dos hóspedes. “Venham sim! Será um prazer recebê-los”. Sou locadesimpática!


Em seguida abro o gmail pra conferir se tem alguma solicitação de orçamento ou se chegou uma nova reserva da Booking.com, nossa parceira de trabalho. Temos algumas pastas por assunto pra guardar emails que não podem se perder na nuvem. Aliás, essa tal de nuvem é uma incógnita pra mim. Sei que ela existe e que serve como uma despensa onde a gente guarda tudo que não tá precisando pra agora. Mas como faz pra acessar? Paro em frente ao computador e digo: vai pra nuvem, moleque!!! E plim!!! Foi? Explica pra gente, dona Isa?

Continuando minha saga, vou para o Facebook. Respondo aos comentários e, duas vezes por semana, faço a publicação de um novo projeto chamando o povo pra vir conferir as maravilhas de passar uns dias na beira da praia. Publicar no Facebook é bem simples, até minha neta de 9 meses é capaz e todos nós já aprendemos, né verdade? Eu ouvi um amééééémmmmm??? Mesma coisa no Instagram. Eu acho que a diferença entre essas redes sociais é que no Face tem como compartilhar as postagens, já no Insta, só se a pessoa tiver mais de 10 mil seguidores (confere, Isa?).


Com os números de curtidas, engajamentos, alcance, compartilhamentos, diárias, ocupação, e mais as informações do Google Analytics em mãos, vou para a planilha do Excel. Ai ai ai e ai, essa planilha! É uma luta diária pra entender como montar, inserir as fórmulas, os dados e chegar aos resultados que queremos (quem queremos?). Resultados esses que nos informam quantidade de hóspedes em determinado período, vendas, visitas ao site e nos mostram a dura realidade do turismo neste ano e meio de pandemia. Vários segmentos da economia estão detonados, é fato. Mas o ramo hoteleiro tomou uma na boca do estômago pra nunca mais esquecer. Oremos pra que aprendamos a lição. Esse já e outro assunto, né? É. O fato é que o Excel é um programa incrível! E o dia que eu entender como ele funciona, e pra quê tanto serve, cara, vai ser demais!


Depois de atender telefonemas, explicar aos hóspedes onde fica a Rua das Pedras e a Orla Bardot e recomendar que assistam ao pôr do sol no Porto da Barra que é sen sa ci o nal, devidamente almoçada, dou mais uma checada nas redes pra conferir se alguém ficou sem resposta e começo a salvar os arquivos: no disco rígido e no pen drive, pra garantir. Seria bom se eu fizesse um backup pra diminuir ainda mais o risco de algo importante se perder. Faz sentido, Isa?


Outro dia, falando com minhas filhas sobre a falta de espaço, tanto no celular quanto no notebook, elas comentaram sobre o Google Drive. O negócio é bom mesmo, armazena todo tipo de arquivo e é de grátis! Qualquer hora conto minha experiência com esse pequeno dragão.


Agora é com você, Isa Maria! Desata um tanto desses nós aí pra nós!