[BLOG] - Quiz Android ou iOS

Android ou iOS

Android ou iOS, qual é o melhor? Essa é uma discussão muito comum entre os usuários dos dois sistemas operacionais.
O Android é encontrado em smartphones de diversas marcas, enquanto o iOS é exclusivo dos aparelhos da Apple. Pensando nisso, preparei um guia completo com informações sobre cada um dos sistemas, a fim de facilitar a sua escolha. Vamos lá?

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Loja do Artesanato Brasileiro: Monte sua barraca nessa feira digital

Para empreendedores que se aventuram na internet sem conhecer bem as ferramentas de marketing digital, a dica de ouro é apostar na força dos grupos! Coletivos de artistas, grupos em redes sociais, comunidades que fortaleçam grupos raciais e LGBTQIA+ e agora, artesãos. Se você se sente representado por um ou mais grupos, participe deles! Em momentos de crise a força de um grupo pode ser a diferença entre atravessar as tormentas ou sucumbir na tempestade. E para ajudar artesãos brasileiros foi criada a Loja do Artesanato Brasileiro. Sua barraca não pode ficar de fora dessa feira virtual!

Aos poucos nosso comércio local (Rio de Janeiro) reabriu as portas, as pessoas voltaram a circular nas ruas e até as aglomerações vem sendo planejadas. A prefeitura do município do Rio pensa estratégias para o réveillon e o próximo carnaval. Várias feiras de rua voltaram a acontecer. Mas essa pandemia, que ainda não acabou (é importante lembrar), nos deixa vários ensinamentos como empreendedores. Um dos mais valiosos é a importância da presença digital. Ter sua marca online é fundamental pra vender mais.

Loja virtual ou marketplace?

Para muitas marcas é vantajoso ter os mais variados canais de vendas. A Samsung, por exemplo, é uma gigante. Tem lojas físicas próprias e vende seus produtos em lojas físicas varejistas. Tem loja online própria e vende seus produtos em lojas online varejistas. E ainda tem lojas em marketplaces como Mercado Livre, que é assunto do nosso post.

Mas se você ainda não tem um empreendimento gigante, CUIDADO! Quanto mais canais de venda, mais complexo será administrar tudo isso. Pense grande, mas comece pequeno!

Pense grande, comece pequeno e evolua rapidamente. Frase atribuída a diversos empreendedores.

Eu sei, apostar em ferramentas como Mercado Livre, iFood e outros marketplaces tem custo. Em vários casos é melhor ter a própria plataforma do que ficar “refém” do aplicativo de terceiros, mas o investimento inicial em marketplaces é mais baixo. Vale a pena colocar os custos na ponta do lápis e arriscar em mares cibernéticos. Quando você já estiver seguro, suas vendas crescendo e sua popularidade na internet sedimentada aí você alça novos voos e investe na própria loja virtual. A médio ou longo prazo (a depender da sua receita) o retorno da plataforma própria compensará.

Me convenci! Vou começar por marketplace. E agora?

Agora você precisa escolher uma plataforma que já tenha visibilidade, senão vai ter ainda um longo caminho para divulgar seus produtos.

Ter uma presença online significa ter uma conta ativa e atuante em uma ou mais redes sociais. Aqui nos canais de comunicação a regra é a mesma dos canais de distribuição. Estar em TODAS as redes pode não ser tão vantajoso se não conseguir administrar todas. Comece com uma ou duas. Assim se você não conseguir pessoas para te ajudar a manter não será impossível pra você dar conta.

Escolher um marketplace que tenha um bom filtro de busca de produtos, não tenha a tela poluída com milhares de anúncios pagos concorrendo com seu produto pra venda e ainda tenha uma marca que gere confiança. Esses são fatores muito importantes na sua decisão também. Se o seu produto precisa ser enviado para o cliente (não for um infoproduto que pode ser baixado da internet), a integração do marketplace com os correios ou a oferta de entregas por serviço próprio também precisa ser verificada.

Pensando em todas essas questões sob a ótica de um artesão (que é o alvo deste artigo) eu recomendo o Mercado Livre como uma boa plataforma para começar seus negócios (e nem estou fazendo #publi paga aqui, hein?!). Porque o Mercado Livre tem uma plataforma de pagamentos confiável, segura e que aceita diversas forma de recebimento, além de um dos melhores sistemas de entrega rápida disponíveis no Brasil (combinando entrega própria com os Correios).

Tá, mas como eu faço pra ter minha barraca na Loja do Artesanato Brasileiro?

Na plataforma do Mercado Livre você pode ter sua própria loja ou participar dessa “feira virtual” que é a Loja do Artesanato Brasileiro. Pra participar da Loja do Artesanato Brasileiro os artesãos deverão estar com o SICAB válido e enviar seus anúncios por meio do formulário de inscrição no endereço abre.ai/lojapab. Essa é uma boa alternativa pra quem quer aproveitar a visibilidade gerada pelo grupo de artesãos que cresce a cada dia.

Peça publicitária oficial para divulgação da Loja do Artesanato Brasileiro

Mas, se você não tem (nem quer ter) cadastro no SICAB ou decidiu que o melhor pro seu empreendimento é ter a própria loja no Mercado Livre também é simples.

Como abrir uma loja no Mercado Livre?

O Mercado Livre disponibilizou um vídeo no YouTube de 30 segundos mostrando como abrir sua loja.

Mercado Livre | Tutorial: Como abrir sua loja

Além dos vídeos no YouTube, o Mercado Livre também mantém um blog com artigos que podem te ajudar bastante a conhecer os diversos serviços oferecidos na plataforma e um mini curso em 10 aulas com o Passo a passo para vender no Mercado Livre.

É claro que o cadastro na plataforma é só a ponta do iceberg. Você vai precisar ter em mãos:

  1. CNPJ;
  2. Logo da sua loja;
  3. Foto e descrição dos produtos;
  4. Tabela de preços;
  5. Pesquisa de mercado considerando o custo de envio pela plataforma;
  6. Planejamento, planejamento e mais planejamento.

Sim, é muita coisa eu sei. Tomar decisões estratégicas para seu empreendimento requer planejamento sempre! Mas só assim você conseguirá diminuir os riscos, errar menos e de fato ter sucesso no seu negócio. E se precisar de ajuda, falecomaisa@itconsulting.net.br ou me mande um zap! 😉

Fonte: https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/artesanato/mercado-livre

blog_lana_o-jardim-de-pedras-submerso

O jardim de pedras submerso

Eu não sou Polyanna. Longe disso. Há muito parei de jogar o jogo do contente. Também não sou a Cruela Cruel. Gosto bastante dos bichos. Mais de bichos do que de algumas gentes, aliás. O fato é que apesar dessa atmosfera densa que paira sobre nós, dou um jeito de focar no lado bom das coisas. Sempre tem um lado bom. O fato é que as mudanças de horário que ocorreram no trabalho me deram de presente algumas manhãs livres. E o que a Lana faz quando amanhece um dia cheio de sol e de céu azul? Vai tomar vitamina D in natura, óficorse!

Uai! Moro em frente ao Oceano Atlântico. Rezei duro pra isso acontecer. Tenho convicção de que a cegonha era cegueta e me derrubou por engano no Pilão D’Água: uma represa, não o mar! Enfim, “você não sabe o quanto eu caminhei, pra chegar até aqui” e, mesmo aqui estando, tem dias que nem vejo a cara do mar. Ou vejo de longe, quando vou mostrar a pousada aos hóspedes. De modos que, sinto muito, me perdoe, sou grata, te amo, mas se o dia tá lindão, é pra beira d’água que eu vou, muito feliz e satisfeita!

Interativa por natureza conheço a maioria da galera que rala nas barracas, os vendedores de canga, chapéus, artesanato, milho, sorvete e toda a diversidade que se reúne ali. Vou dando bom dia de uma ponta à outra da Ferradura. “Dia lindo hein”! Todos concordam.

Alguns me conhecem como a louca do lixo. Sempre levo uma sacola pra recolher a sujeira dos outros. Como pode o ser humano deixar seus rastros assim, sem a menor vergonha? Dia desses encontrei dois funcionários da prefeitura e, com a sacola pesada de entulho, perguntei com qual autoridade eu tinha de falar pra que fossem colocadas lixeiras na praia.

– Liga pra Secretaria da Ordem Pública e procura o Sérgio.

Beleza! Ligarei! Talvez isso ajude as pessoas a ajudar o planeta. Na areia não, né gente? Pelamor!

Tá. Que tal descer do banquinho e aproveitar a caminhada, Lana? Olha esse céu, esse mar, um azul o outro verde. Claros e transparentes. Descansa um pouco seus olhos nessa mistura de sal e sol e para de falar tanto. Gira nos calcanhares e repara: nenhuma nuvem! Que tal agradecer por tanta belezura?

– Brigada Deus! Brigada Iemanjá! Salve Netuno! Que todas as vezes que eu esteja a ponto de pirar eu me lembre que o mar está aqui … Que eu não me esqueça nunca da sensação de boiar nessas águas, balançando à deriva, solta, livre… E sempre que alguém ousar me encher os pacovás, que eu volte minha atenção para o que realmente importa…. Assim seja! Amém!

Encerrada a reza, reparo como a maré baixou com a força da lua nova. As pedras que ficam escondidas nos cantos da praia brotaram feito um jardim de estátuas. Deixo minha imaginação expandir e consigo vê-las em movimento, chegando à praia depois de tanto tempo submersas. Passo por elas pedindo licença e faço o caminho inverso, da areia para a água, me tornando parte daquele cenário silencioso e calmo. Por alguns segundos eu, pedras, areia, água salgada transparente, céu azul imenso nos tornamos um só organismo. Somos uma comunhão. Com esse sentimento no peito volto devagar pra margem pedindo mil desculpas à mãe terra pelas cretinices que o ser humano vem fazendo com sua nave espacial.

– Isso não tá certo… eu sei… mas você é guerreira! Já passou por tanta coisa. Esfriou, esquentou, escureceu e continua aí lindona! Não desista, tá? Enquanto eu puder, vou recolher o lixo desses caras. Sei que não faz muita diferença por que são muitos sujando pra poucos limpando, mas não vou desistir. Se você resistir eu também resisto!

Fui falando e andando de costas, braços estendidos, em total reverência à natureza quando… opa! que negocinho foi esse que se escondeu na areia quando pisei? parecia uma fatia de limão ou de laranja, com uma estrela no meio. Que bicho será esse? Oi! Tudo bem com você? Nunca tinha te visto. Tá morando aqui há muito tempo? Nada. Nenhum movimento. Ia cutucar com o dedo. Será que morde? Estiquei o chinelo pra tocar no coiseto e o danado fez o quê? Xixi em mim! Um jato forte, pra cima, feito  a fonte luminosa da praça da minha cidade (lá onde a cegonha cegueta me derrubou por engano). Defendeu-se e foi se enfiando na areia até desaparecer. Fiquei ali com cara de ué. E comecei a rir de mim. “Será que morde”? Não, minha filha! A natureza não morde! Ela só se defende. Até onde der. E se a espécie humana tivesse um pouco mais de juízo e consciência, teria mais cuidado e carinho com o chão onde pisa.

No dia seguinte voltei lá com o celular pra registrar o jardim de pedras e a fatia de limão fugitiva. A maré estava mais alta e o cenário já era outro. Procurei até que achei e dessa vez não ousei cutucar o ser mijão. Me desculpei pelo atrevimento do dia anterior e pedi permissão para tirar uma foto. Tirei várias. Por que não sei tirar só uma. Tiro muitas. E depois fui fazer exatamente o que Isa Colucci falou no post de terça-feira: procurar no google que coiso era aquilo. Achei! Bolacha do mar! Conhecidos também como moedas de sereia. Uau! Procura aí. Vai ver que são invertebrados, primos-irmãos das estrelas do mar e dos ouriços. Tudo da mesma família. Do mesmo ninho. Filhos da mesma mãe. Em nome do pai, do filho e do espírito santo, amémjesuisnóistudo!

– oi Fernanda! Tudo Capelo Gaivota com você? E vou trabalhar com um sorriso no coração.

Imagem de capa do blog IT Consulting. Postado por Isa Colucci: Como pesquisar por imagem no Google?

Como pesquisar por imagem no Google?

Quem nunca teve a curiosidade aguçada ao ver alguma coisa diferente e nem teve por onde começar a procurar? Eu pelo menos sempre fui, e ser possível pesquisar alguma informação por imagem me deixa ainda mais curiosa. No texto de hoje eu vim te mostrar como pesquisar por imagem no Google.

Saber qual é o nome dessa planta? Que passarinho lindo é esse? Esse monumento na praça que está sem placa se refere a que? Hoje temos “o olho que tudo vê“, o buscador da Google consegue indexar não apenas texto, mas também imagens!

Olho da Providência. Atualmente a melhor definição do olho que tudo vê é o buscador da Google. Veja no post como pesquisar por imagem no Google.
Olho da Providência: o olho que tudo vê

Na vida prática também é interessante usar essa ferramenta de pesquisa por imagem do Google. Seja pra desmascarar uma fake news ou pra encontrar uma referência de imagem vista numa rede social, saber como buscar é muito importante pra encontrar algo rapidamente na internet. E o sistema de buscas permite diferentes formas de realizar essa tarefa com imagens.

Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, escreva para falecomaisa@itconsulting.net.br e suas questões podem ser respondidas

Continuamos aprendendo como usar melhor as ferramentas oferecidas pela Google. A questão sobre como pesquisar por imagem no Google pode ser respondida de várias formas, utilizando o computador como o celular (smartphone).

Como pesquisar por imagem no desktop

  • Abra no navegador e entre em images.google.com;
  • Digite o nome da figura que deseja encontrar e dê Enter;
  • Espere o resultado;
  • Caso queira refinar a busca, na página de resultado, cliquem em Ferramentas;
  • Escolha o filtro que desejar: tamanho, cor, tipo, tempo e/ou direitos de uso;
  • Automaticamente, o Google vai refinando, de acordo com suas escolhas.

Como pesquisar por imagem: busca reversa

Caso queira encontrar informações sobre alguma foto em seu computador ou em um determinado site, o Google também dá respostas. Ele mostra arquivos semelhantes ou até mesmo a origem.

  • Abra no navegador e entre em images.google.com;
  • Clique no símbolo de máquina fotográfica;
  • Na janela que abre, há duas opções: incluir o endereço da imagem (se ela estiver em algum site, clique com o botão direito na foto e selecione a opção ‘copiar endereço da imagem’, depois cole o endereço no campo de buscas) ou encontrá-la em seu computador;
  • Escolha e aguarde o resultado;
  • Em tempo: caso a foto esteja em sua máquina, também é possível simplesmente arrastá-la para dentro de images.google.com e esperar.

Como pesquisar por imagem: smartphone

Por padrão, algumas funções da busca reversa do images.google.com não funcionam na versão mobile de navegadores. Entretanto, é possível resolver isso utilizando a edição “para computador” no browser do celular. A seguir, veja o passo a passo usando o Chrome mobile.

  • Abra o Chrome em seu smartphone;
  • Entre em images.google.com;
  • Feito isso, no canto superior direito do browser, entre nos três pontinhos verticais (menu);
  • Na janela que abre, toque na opção ‘Para computador’;
  • Pronto, realize sua pesquisa como se estivesse no desktop seguindo os passos descritos anteriormente.

Legal, né? Agora vale a pena alertar que se você está buscando uma foto para usar em uma postagem de rede social precisa ficar atento às questões legais. Muitas vezes as imagens têm direitos protegidos por terem sido produzidas por um fotógrafo, artista ou designer gráfico e respeitar o trabalho do coleguinha é fundamental, não é mesmo? Se for o caso, verifique se ele liberou a imagem para uso público gratuitamente, entre em contato com o autor e atribua os créditos da imagem.

Espero ter ajudado a responder mais uma dúvida. Se você quiser saber mais sobre esse ou outro assunto relacionado à tecnologia, fale comigo! Deixa seu comentário aqui no post ou envie uma mensagem para falecomaisa@itconsulting.net.br. Até a próxima!

blog_lana_O-tempo-passado-presente-futuro

O tempo passado, presente, futuro

Minha cabeça dá voltas e voltas com tanta informação que Isa postou na quinta (sobre o Google Drive) e na terça (sobre como abrir mais espaço no celular). Gendocéu! Quem mandou querer aprender? Quem mandou? Agora eu que lute. E principalmente que aplique! Sim, por que conhecimento sem prática perde todo seu efeito.

Bem tentei encontrar um tempo pra reler o passo a passo do Google Drive e de como deixar mais leve o celular. Ainda falta a segunda aula do WordPress. Tô bem chateada de não ter conseguido me organizar, de chamar a Isa pra um “oi, socorro, acode aqui”, mas os dias e as noites escorreram pelo tempo.

Não justifica, mas ocorreram alterações de horários aqui no trabalho. Alguns dias o expediente é das 8h00 às 17h00 e em outros é das 13h00 às 22h00 e, sinceramente, tô muito confusa. Tenho dormido mal, acordado com o coração na boca achando que tô atrasada ou, ao contrário, pulando da cama muito mais cedo do que o necessário e, nessas, o espírito acaba entrando pelos pés e a cabeça, que já não anda muito certa, vira uma centrífuga descontrolada.

De forma que venho por meio deste registrar que não fiz a lição de casa e por isso corro o risco de perder as estrelinhas que ganhei semana passada. Enfim. Não consegui. Dou a mão à palmatória. Pode carimbar minha caderneta e me dar três dias de suspensão, se for o caso. Ando merecendo.

Sim, por que com a cabeça zoada, quem paga a conta (também) é o corpo. Minha alimentação sofreu um aumento de carboidratos e isso mexeu com o intestino que se nega a funcionar como um relógio. E como poderia, diante de tanta turbulência? Sinto o efeito estufa (de estufar mesmo) nas minhas roupas e isso me incomoda pacas, cotias e tatus.

A outra parte da conta quem vem pagando é a alma, esta sim, sedenta por alterações e, no entanto, presa está e presa continuará neste corpo que virou um peso vivo que até se debate e luta por mais ar. Mas não tem conseguido chegar a lugar algum nesse agosto frio.  

Pois é. Agosto. Já ou ainda? O passar do tempo tem sido uma lâmina de dois fios. Uma balança que não se equilibra. Esta semana me dei conta que estou muito perto de me tornar uma sexagenária. Isso deve explicar o motivo de ter sido recusada em uma entrevista de emprego. “Após analise (sic) de seu currículo e das oportunidades que possuímos neste momento, não nos foi possível encontrar uma posição a (sic) qual pudéssemos conciliar suas competências x remuneração”.  A resposta via e-mail me fez pensar em duas coisas: 1 – sou muito cara; 2 – sou muito velha.

A princípio fiquei bem triste e decepcionada porque a entrevista, por videoconferência, foi bacana. O papo rolou solto, fui bastante sincera com relação a competências e remuneração e aguardei a resposta ansiosa, sem nenhuma certeza de que estaria mesmo disposta a enfiar a vida na mala e promover mais uma baita mudança na vida. Tanto que não pesquisei nada a respeito da cidade, das condições de moradia, dos índices de vacinação. Nada. Só aguardei a resposta ansiosa, olhando o whatsapp várias vezes na data que ela deveria chegar. Não chegou. Por acaso abri meu e-mail e lá estava ela: curta e grossa. “Ficaremos com seu contato para oportunidades futuras”.

Oportunidades. Futuras. O quê eu espero, sonho, mereço? O que me faz sorrir sem perceber? De onde vem a força que me levará além dos 60, quando, acredito, estarei com um pé em cada prato da balança e a lâmina afiada cravada no alvo? Fala aí, universo? Não acha que chegou a hora de me fazer um carinho? Que tal aquela kombi home anfíbia? Hein?

(…)

Vou dar um tempo pro universo. Enquanto isso me organizo melhor, ajeito a agenda, encaixo os deveres e os prazeres na roda das horas e aprendo especialmente a ser grata por tudo que vivi e aprendi até aqui. Por todas as mãos estendidas e pelas portas na cara. No final tudo acaba virando benção. Mas isso a gente só vai saber depois que o passado vira futuro. O presente, o hoje, o tal do aqui e agora é que nos arranca dos devaneios com o que já foi ou com o que será. E velha é a sua vó, tá? Eu sou é muito cara!

13 dicas pra você liberar espaço no telefone

13 dicas pra você liberar espaço no telefone

Nos artigos da semana passada @lanachueri dizia que Seu armário merece um Google Drive e eu trouxe um guia com o passo a passo e dicas para aproveitar o que há de melhor no Google Drive. Usar a nuvem como aliada para backup (cópias de segurança) ou para expandir o espaço de armazenamento do seu computador é uma excelente saída, mas você sabia que também é possível usar essa maravilha no seu celular? Veja a seguir 13 dicas pra você liberar espaço no telefone Android, excluindo arquivos desnecessários e movendo o restante para a nuvem.

Cuidado ao apagar arquivos e mensagens da maneira “radical e mais fácil”. Depois não adianta vir aqui nos comentários perguntar como faz pra recuperar as mensagens apagadas do WhatsApp porque a resposta será bastante triste. Tenha paciência na hora de apagar informações. Leia bem cada tela e cada mensagem pra não cometer erros. Se preciso faça a limpeza por etapas ao invés de excluir tudo de uma vez só!

Avisos dados, vambora pra faxina!

Antes de começar, dê uma boa olhada nos aplicativos que você tem instalados e divida eles e 3 categorias:

  1. Apps muito usados;
  2. Apps pouco usados;
  3. Apps nunca usados (incluído os que você nem sabe pra quê servem).

1. Use a versão lite dos aplicativos

Agora que você já sabe o que tem aí vou te dar a primeira dica: você sabia que vários aplicativos possuem versão lite? Pois é, talvez você esteja usando um canhão pra matar uma mosca e nem sabe. Aplicativos de rede social, de internet banking e diversos outros possuem versões mais leves.

Os chamados apps lites consomem menos espaço de armazenamento no seu telefone e ainda funcionam mais rápido do que as versões completas. Pra essa mágica acontecer obviamente os lite oferecem menos recursos do que as versões full, então veja a lista de apps pouco usados que você separou e procure na Play Store a versão lite dele. Instale e verifique se ela possui as funcionalidade que você precisa.

2. Acesse serviços menos usados através dos sites

Na sua lista de apps nunca usados, ou mesmo entre os pouco (ou pouquíssimo) usados que não têm versão lite é muito provável que você encontre aplicativos que também oferecem acesso a seus serviços através de sites responsivos. Esse tipo de site se adapta bem ao tamanho da tela dos celulares e pode ser uma boa alternativa pra você usar o serviço que deseja sem necessariamente ocupar espaço no seu telefone com mais um aplicativo.

Serviços de redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter…), de músicas (Spotify, Resso, Deezer, YouTube Music…), de vídeos (YouTube, TikTok…) e muitos outros são perfeitamente acessíveis direto pelo navegador (no Android geralmente é usado o Google Chrome, mas você pode escolher o de sua preferência).

Pra facilitar o acesso a esses sites você ainda pode criar um atalho na tela inicial do seu celular que vai ficar muito parecido com um aplicativo instalado. Quando você entrar na maioria desses sites ele já irá te oferecer esse atalho (cuidado pra não confundir com o link de instalação do aplicativo, ok?). Caso o próprio serviço não ofereça o atalho, basta clicar no menu do Chrome (aquelas três bolinhas no canto superior direito da tela) e selecionar a opção Adicionar à tela inicial.

Aqui eu só não recomendo o uso de sites bancários, principalmente se você não for um usuário avançado, já que o risco de acessar um link malicioso é grande. Para esses serviços é recomendável usar sempre o app disponibilizado pela própria instituição bancária, ainda que na versão lite, lá na Play Store.

3. Desinstale e desative apps desnecessários

Sobraram aqueles apps que você não usa nunca, né? Muitos deles você nem sabe pra que serve ou como foram parar ali! Alguns podem ter sido instalados ocasionalmente e não têm mais utilidade. Outros foram instalados pelo próprio Android, fabricante do celular ou mesmo a operadora que você utiliza. Mas a verdade é que se não são úteis pra você, não precisam estar ali.

Aí você me pergunta, mas se eu remover um app do Android não vai dar problema? Nas versões mais recentes do sistema operacional, não. Se o seu celular é muito antigo e não aceita mais atualizações do Android tenha cuidado ao mexer aqui, senão pode seguir a dica sem medo porque o que for necessário para o funcionamento do Android será desativado como app, mas mantido internamente como serviço (o que já ocupará menos espaço, além de despoluir seu menu de aplicativos).

Para remover esses apps você pode seguir o caminho para Configurações > Aplicativos, e então, Desinstalar aqueles que ocupam muito espaço interno. Também é possível identificar se você realmente usa esses aplicativos pela loja de aplicativos da Google. Basta abrir a Play Store, seguir para a aba Instalados, ordenar a lista como Utilizados por último, e então rolar para baixo. No final desta lista, estão os apps que você já não abre há um bom tempo.

Como disse antes, você pode desativar os aplicativos que vêm pré-instalados pela fabricante, como demonstrações de jogos ou ferramentas que quase ninguém usa. Se você utilizar o Android 4.0 ou superior, saiba que é possível pelo menos desativar esses apps inúteis.

Para isso, siga esses passos;

  1. Vá para Configurações > Aplicativos;
  2. Toque no aplicativo desejado e depois em Desativar. O Android deve emitir um aviso, dizendo: “Se você desativar esse app, outros apps poderão não funcionar como deveriam”. Fique tranquilo, se ele não for um serviço essencial para o sistema, nada será afetado.
  3. Toque em OK.

4. Limpe o cache de aplicativos

Os aplicativos que você instala em seu smartphone contam com um mecanismo chamado cache que contribui diretamente para seu bom funcionamento. Sua função envolve coletar e armazenar dados dos aplicativos que você processou, com o objetivo de não precisar repetir o trabalho de carregá-los novamente.

Em boa parte dos casos, esses dados ocupam muito espaço no seu celular e, vez por outra, podem ser removidos manualmente para otimizar o funcionamento do Android em geral. Para isso, siga o caminho para Configurações > Armazenamento > Aplicativos. Com a lista de aplicativos instalados sendo exibida na tela, você pode tocar especificamente em um app e depois em Limpar Cache.

Preciso remover um a um?

Se você tiver uma lista muito grande de aplicativos instalados e não quiser abrir mão deles, para não precisar eliminar o cache dos aplicativos manualmente um a um, é possível instalar aplicativos que fazem o procedimento de forma muito mais prática. Reuni alguns apps úteis no final deste artigo.

Vale a pena saber!

Quase todos os aplicativos podem ter o seu cache limpo sem afetar o seu funcionamento. Dentre eles estão FacebookInstagram, SnapchatYouTube, etc. Mas atenção: não recomendo eliminar o cache de aplicativos de streaming, como Netflix, Spotify, Deezer, Apple Music e outros. Limpar o cache desses apps, exigirá que você faça novamente o download de suas séries, músicas e playlists, caso o tenha feito.

Mais adiante faremos a limpeza desses apps manualmente para evitar que algum conteúdo que você deseja manter seja excluído acidentalmente.

5. Limpe o conteúdo do WhatsApp e mova o restante para a nuvem

A gente sabe que um dos maiores vilões do espaço de armazenamentos nos celulares é o WhatsApp. Cada foto, áudio, figurinha de bom dia que você recebe consome mais um pedacinho desse espaço precioso. Vamos lá fazer a limpa nessa bagunça juntos?

Encontre os itens que mais ocupam memória

Você tem ideia de quem são as pessoas com quem você mais conversa e troca arquivos no WhatsApp? Uma função meio escondida dentro do aplicativo lista contatos e grupos responsáveis ocupar muito espaço no seu celular.

  1. Abra o WhatsApp e vá direto nas Configurações do aplicativo.
  2. Encontre a opção que faz referência ao armazenamento e dados.
  3. Selecione e vá na sequência em Gerenciar armazenamento.
  4. Se você estiver com o sistema operacional atualizado em seu aparelho, uma tela com os GBs usados vai aparecer bem no topo. Logo abaixo, existe a opção Analisar e apagar itens. Ela se divide em:
    • Maior do que 5 MB (o que é prático para apagar de uma vez os arquivos maiores)
    • Encaminhados com frequência (arquivos de mídia compartilhados repetidamente pelo WhatsApp em geral)

Um pouco mais abaixo, estão as conversas. É ali que aparecem os grupos e contatos que possuem volumes de arquivos trocados via o serviço de mensagens. A lista padrão é em ordem do maior para o menor. Mas isso pode ser mudado para Mais recente e Mais antigo.

O mais interessante de ter essas informações é que você consegue excluir os arquivos mais pesados se desejar. Quer deletar tudo de uma vez? Dá. Quer apagar só alguns? Também dá.

É só apertar ir no item selecionar e sair limpando.

Impeça o download automático

Deixar habilitado o download automático de fotos e vídeos recebidos costuma ser prático na hora de visualizar os arquivos salvos no álbum do celular após o processo. Mas isso resulta em encher o telefone sem possibilidade de escolha do que é ou não relevante.

Mudar as configurações do WhatsApp é um ótimo caminho para evitar que o celular fique lotado de novo.

  1. Dentro das Configurações do WhatsApp, escolha o item referente ao uso de dados.
  2. Na tela seguinte você vai ver a opção de Download automático. Ali, você pode dizer ao WhatsApp se ele deve ou não fazer o download automático de mídia quando estiver usando a rede de dados, quando estiver usando wi-fi ou quando estiver em Roaming.

As configurações são independentes para Fotos, Áudio, Vídeos e Documentos. Deixe tudo desligado para poupar mais armazenamento. Toque em OK e pronto!

Remova mídias e mensagens antigas do WhatsApp

Agora que você já escolhe o que o WhatsApp vai baixar, é hora de apagar as mídias de grupos e conversas antigas.

Você pode fazer isso na mão: pra isso é necessário ir ao bate-papo específico.

  1. Selecione o menu (três pontinhos).
  2. Toque em Mais e apague tudo o que desejar.

Existe uma opção um pouco mais radical:

  1. abrir o aplicativo,
  2. entrar em Configurações por meio do menu principal,
  3. toque em Conversas
  4. e acione a opção Limpar todas as conversas. – assim, o WhatsApp vai apagar todas as mídias e mensagens de todos grupos e conversas particulares que você tem salvas no seu app.

Se achou o “apagamento” de fotos e vídeos trabalhoso, alguns apps fazem isso de forma inteligente, dando sugestões do que deve ser apagado (geralmente aqueles memes e mensagens de bom dia que não servem para nada depois do uso). Veja mais sobre apps úteis pra limpeza no final deste artigo.

Salve o conteúdo do WhatsApp na nuvem

Agora que seu WhatsApp está limpinho, bora fazer um backup na nuvem? Guardar uma cópia de segurança dos seus dados do celular é sempre importante, afinal eles estão sujeitos a quedas, mergulhos, roubos e todo tipo de imprevistos possíveis. Só de imaginar perder tudo a gente chega a ter calafrios!

Para salvar todos os dados do WhatsApp na nuvem, basta ir em:

  1. Configurações
  2. Conversas e chamadas
  3. Backup de conversas.

Nessa janela, além de um enorme botão verde dizendo Fazer backup, você também pode configurar a periodicidade do backup (diário, semanal ou mensal), a conta em que o backup será realizado, e o tipo de conexão. Recomendo deixar essa opção em Somente Wi-Fi, já que são muitos dados e não queremos acabar com o pacote de dados, né?

6. Exclua arquivos duplicados

Arquivos duplicados são uma causa comum de espaço gasto desnecessariamente. O antigo app Files Go, chamado atualmente apenas de Files, é uma das várias opções de apps que dispõem de uma ferramenta dedicada para apagar mídias duplicadas. Uma vantagem do app do Google é que essa função não analisa apenas fotos e vídeos, mas também abrange áudios, documentos e quaisquer outros tipos de arquivo.

Ao abrir o software, note que a funcionalidade fica exibida na tela principal, aberta por padrão na guia Limpar. Depois, entre em Arquivos duplicados. Clique no círculo no canto superior direito para excluir todas as cópias ou selecione uma a uma. Em seguida toque em Excluir e as versões mais antigas dos arquivos serão eliminadas do aparelho.

7. Faça uma limpa na galeria e mova o restante para a nuvem

Depois de limpar o lixo do WhatsApp e remover os arquivos duplicados é provável que tenha pouca coisa a limpar por aqui. Em todo caso vamos dar aquela conferida?

Eu sei que pode ser chato entrar no aplicativo da galeria e ficar revirando tooodas as suas fotos ou vídeos até achar alguma que deve ser apagada. Mas essa pode ser a forma mais segura e divertida (já que você poderá dar boas risadas e recordar bons momentos) de fazer a limpeza das suas fotos. Em todo caso se o que você procura é praticidade, dá uma olhada na lista de apps úteis que eu tenho certeza que vai encontrar um pra te ajudar nessa tarefa.

Faça backup com o Google Fotos

Se o seu celular estiver com a memória abarrotada principalmente por conta do número de fotos que você tirou, uma opção é jogar as imagens que você quer guardar em outros aplicativos com nuvem, como o Google Fotos. Assim, ao salvar as imagens que você quer, é possível apagá-las do seu celular e liberar mais espaço na memória.

Google Fotos já vem instalado de fábrica nos celulares Android e possui uma ferramenta integrada para liberar espaço no celular. Ela identifica todas as fotos e vídeos salvos no backup na nuvem do Google, o Google Drive, e os remove do dispositivo.

Para usar a função os passos são simples:

  1. Toque na foto do seu perfil no canto superior direito;
  2. Abra as Configurações do Google Fotos;
  3. Toque em Liberar espaço do seu dispositivo, e ele mostrará quanto espaço pode ser liberado;
  4. Toque em Liberar.

Prontinho! Suas fotos e vídeos já estão salvos na nuvem.

8. Desative músicas que você não ouve mais

É verdade que os aplicativos de streaming facilitaram o acesso e os meios de se escutar música pelo celular. Mas Spotify, Deezer e Apple Music, que são os mais famosos do ramo, também ocupam bastante memória do seu celular.

Uma maneira de diminuir o espaço desses apps é desinstalar os álbuns de artistas que você baixou, mas não escuta mais. Isso porque quando você faz o download de um álbum para escutá-lo sem internet, as músicas ficam armazenadas na memória do aparelho.

Cada aplicativo streaming possui sua funcionalidade, mas o processo costuma ser simples: é só entrar em cada álbum ou playlist e procurar pelo item de desativar o modo offline.

9. Exclua vídeos que não irá assistir

A dica de remover itens offline de serviços de streaming também se aplica aos filmes e séries que você gosta de assistir. Apps como Netflix, Disney+ e Amazon Prime permitem que você salve alguns títulos para assistir sem internet. Baixar alguns pra uma viagem ou deixar salvo caso você tenha a internet instável na sua casa pode ser boa ideia, mas manter títulos lá sem que essas necessidades sejam reais só vai consumir o precioso espaço do seu celular.

Alguns desses serviços contam com downloads inteligentes, que apagam títulos após assistidos, baixam o próximo episódio da série que você já acompanha ou mesmo sugerem títulos offline automaticamente. Então mesmo que você não tenha baixado propositalmente, pode valer a pena dar uma olhada lá e garantir que não tenha nenhum ladrão de armazenamento.

10. Remova arquivos de download

Todos os arquivos salvos no sistema operacional do Google ficam guardados na pasta Downloads. Todos! Até aquele boleto que veio anexo em um e-mail e você não precisa mais guardar.

Com o tempo, o diretório fica cheio de imagens, vídeos e PDFs que, em alguns casos, foram baixados para serem usados uma única vez e, por isso, são dispensáveis.

Você pode se livrar desse lixo de forma simples. Basta abrir o gerenciador de arquivos (aquela pastinha amarela), localizar a pasta Downloads e checar o que está lá. Selecione os itens a serem descartados e jogue-os na lixeira.

11. Use a ferramenta nativa do Android para limpar espaço

Se você possui Android 8 (Oreo) ou superior, é possível que seu próprio celular faça o trabalho sujo de limpar arquivos inúteis.

  1. Clique em Configurar
  2. depois em Armazenamento
  3. e você encontrará a opção Limpar ou Liberar espaço.

Nela, o seu Android elenca uma lista de arquivos que são desnecessários, segundo o critério do sistema, e fica a sua escolha selecionar os arquivos que você quer excluir.

O painel também passou a oferecer um Gerenciador de armazenamento, capaz de apagar fotos e vídeos a partir de um período selecionado (mais de 30, 60 ou 90 dias). Para a segurança, o recurso só exclui as mídias salvas em backup na nuvem. A iniciativa é evitar que os interessados percam conteúdos importantes por descuido.

12. Aumente a capacidade de armazenamento usando um cartão microSD

Uma das grandes vantagens do Android sobre o concorrente iPhone é o suporte para cartão de memória.

Usando um cartão para expansão é possível mover alguns aplicativos para o microSD (infelizmente não todos), transferir documentos, fotos e vídeos, e deixar o espaço interno livre para o que realmente precisa estar no dispositivo, os recursos mais essenciais.

13. Vá além e conheça alguns apps que podem te ajudar

Não sou muito fã desses aplicativos que reúnem várias funções para fazer uma limpa do celular porque normalmente as coisas saem do controle. No caso do cache, tenho receio de que o aplicativo apague minhas músicas no Spotify, conversas no WhatsApp ou qualquer outro dado que eu gosto de manter bem seguro no meu smartphone.

Mas até que alguns são úteis. Como eles se especializam nessa tarefa, também mostram uma série de informações úteis sobre o armazenamento do seu dispositivo em um lugar só. Portanto, selecionei alguns pra você usar no seu celular toda vez que faltar espaço na memória interna.

  • CCleaner: Esse é bem popular no Windows. A versão para Android é simples, mas cumpre o que promete: com ele, é possível ver quanto de armazenamento interno está sendo usado, além da RAM (memória responsável pelo desempenho do dispositivo, não por armazenamento), CPU (referente ao processador do celular, também é indicador de desempenho/ velocidade) e bateria. Ele vem com um Limpador para scanear a memória interna e remover o que não é útil, além de um Gerenciador de aplicativos, para mostrar os que mais ocupam espaço. Baixe agora gratuitamente.
  • Clean Master: Esse é mais completo, mas em compensação tenta empurrar algumas ferramentas que o seu celular não precisa. Recomendo a função Limpar espaço, que basicamente analisa a memória do seu celular e vê o que precisa ser desinstalado ou parado para deixá-lo mais rápido. Só não use o antivírus embutido. Você não precisa. O Clean Master também é gratuito e está disponível no Google Play.
  • Files Go ou apenas Files, para os íntimos: é um dos meus apps favoritos! Uso bastante pra excluir arquivos duplicados. Por ser uma ferramenta Google, assim como o Android, é provavel que seu smartphone já tenha o Files instalado, mas se não tiver você pode baixar no Google Play.
  • Gallery Doctor: Esse app analisa sua galeria e mostra fotos ruins (escuras, tremidas, desfocadas…) que podem ser deletadas. É uma ótima solução para quem quer ver, de forma separada, as fotos similares, fotos ruins e até as fotos para revisão, que incluem imagens que não se encaixaram em nenhuma das duas categorias anteriores. A revisão de fotos é feita como uma espécie de Tinder: um deslize para o lado faz a imagem ficar ou ser deletada; se acontecer algum acidente e você excluir alguma sem querer, o app dá cinco segundos para a ação ser desfeita. O aplicativo já esteve disponível para usuários de Android iOS, mas hoje só pode ser baixado por APK no Android (não recomendado para usuários iniciantes).

DICAS BÔNUS: Para usuários mais avançados

Além de usar o Gallery Doctor, quem já tem mais intimidade com aplicativos e o próprio sistema operacional da Google tem a possibilidade de vasculhar arquivos de sistema pra fazer uma limpeza mais profunda. Mais cuidado! remover arquivos de sistema pode inutilizar o aparelho! Não apague nada se não tiver certeza!

Monitore pastas e arquivos pesados

Além dos aplicativos e os dados que eles criam, existem algumas pastas no seu armazenamento interno que são criadas a partir de downloads ou transferências e também podem ocupar espaço. Para fazer uma limpa completa, eu recomendo que você vasculhe a memória interna para descobrir o que está deixando seu celular lotado.

Existem várias formas de fazer essa tarefa, mas eu prefiro usar dois aplicativos: o ES File Explorer e o Disk Usage & Storage Analyzer. Com o segundo é possível ver quais pastas e arquivos estão ocupando mais espaço no smartphone. Você pode utilizar apenas o ES File Explorer, mas aí seria necessário vasculhar pasta por pasta para ver quais arquivos são úteis e quais não são. Isso também é um pouco perigoso: alguns arquivos são importantes para o funcionamento do sistema, então saiba exatamente o que está fazendo ou se limite a deletar mídias, arquivos *.zip ou gravações.

Remova arquivos e pastas de apps já desinstalados

Nem sempre é possível se livrar de todos os arquivos de um aplicativo ao desinstalá-lo do sistema operacional. Vários programas deixam rastros que ocupam armazenamento. Para se livrar deles você pode usar o mesmo gerenciador de arquivos ES File Explorer. Abra-o e entre na ferramenta Cleaner. Marque o campo Lixo residual, que indicará o espaço que os arquivos inúteis gastam no seu telefone. Selecione os outros campos, se desejar, e toque em Limpar agora para liberar memória automaticamente.

Conclusão

Nesse tutorial eu optei por não usar prints de tela porque as versões de Android podem mudar para cada leitor, mas se você tiver dificuldades para realizar alguma das dicas que reuni aqui é só chamar nos comentários que eu te ajudo a descomplicar.

Muitas das dicas dadas aqui servem também pra iOS, então se você usa um iPhone pode buscar aplicativos e funcionalidades similares. A Apple utiliza sua própria nuvem, o iCloud, mas ferramentas como Google Drive e Google Fotos também estarão disponíveis pra você, basta criar uma conta e baixar os aplicativos na Apple Store.

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Como usar o Google Drive: guia com o passo a passo e dicas para aproveitar o que há de melhor na ferramenta

Quando falamos sobre Nuvem uma das ferramentas mais comentadas aqui em nossas redes sociais foi o Google Drive. Não é pra menos. A Google começou oferecendo um site de buscas que indexa tão bem a rede mundial de computadores que é considerada uma das maiores colaboradoras para a popularização da internet. Se antes dela os internautas eram obrigados a saber o endereço dos sites que queriam acessar, agora basta pesquisar por palavras-chave e todo o conteúdo disponível será oferecido em instantes. E a empresa não parou por aí. Criou uma suíte de serviços na nuvem incrível e gratuita! Isso mesmo. Grande parte desses serviços você encontra na Suíte Google Drive.

A decisão de criar aplicativos na nuvem foi tão importante na evolução da empresa Google que se fundiu totalmente ao seu DNA impactando diretamente sua missão estratégia e, por consequência, todas as suas ações. Isto a tornou a gigante da tecnologia que ela é hoje.

Missão estratégia da Google

Suíte Google Drive, sua maior aliada está na nuvem

Você certamente precisa ter acesso aos seus arquivos fora de casa. Seja no celular, notebook ou computador do trabalho, é comum que precisemos transitar com nossas informações de um lado pro outro, compartilhar e modificar estes documentos.

Talvez você tenha a minha idade, e costumava carregar por aí caixas de disquetes. Cada um com seus gloriosos 1.44 megabytes de espaço disponível. O suficiente para armazenar apenas duas fotos, destas que você tem às centenas no celular e posta no Instagram todo dia. Talvez você seja mais novo, e já tenha passado sua adolescência digital com pendrives dependurados no chaveiro, ou CDs regraváveis na mochila.

De qualquer maneira, se você ainda usa qualquer um destes métodos, você ficou para trás, amigo. Com as ferramentas de armazenamento em nuvem, isto tudo já é coisa de dinossauro. Para te tirar da pré-história, preparei este guia. Você vai aprender como usar com maestria um dos sistemas mais completos que existem hoje: o Google Drive.

Chapolin Colorado: Sigam-me os bons!

O que é o Google Drive?

O Google Drive é parte do Google Apps, o ecossistema de aplicativos que o Google desenvolveu para facilitar a vida de todos. Ele é o responsável por manter seus arquivos sincronizados entre diferentes máquinas e a internet, no seu espaço de armazenamento com o Google.

Mas reduzir o Drive apenas a um espaço de armazenamento é uma injustiça. Afinal, pareado com os outros aplicativos do ecossistema, ele não apenas disponibiliza seus arquivos, mas permite a colaboração em tempo real e compartilhamento deles.

Tudo isso num pacote bem fácil de usar, desde o computador até o seu celular.

O que o Google Apps inclui?

Como eu disse, a sacada aqui não é o Drive em si, mas seu ecossistema. Ele é disponível gratuitamente para pessoas físicas e custa baratinho para empresas. Coisa de 5 dólares por usuário/mês. Mesmo com o câmbio desfavorável, ainda é um ótimo custo/benefício.

No pacote você acha:

  • Gmail: um dos melhores clientes de e-mail, até hoje
  • Drive: armazenamento em nuvem
  • Docs (Documentos): Editor de texto, como Word e Writer
  • Spreadsheets (Planilhas): Editor de planilhas, à lá Excel
  • Presentations (Apresentações): Para fazer slideshows, como o PowerPoint
  • Hangouts ou Meet: Chat, com suporte à voz, vídeo e screensharing (compartilhamento da sua tela para que todos na chamada possam ver o que você vê. Excelente ferramenta para aulas virtuais)
  • Calendar (Agenda): Para organizar compromissos e tarefas
  • Contacts (Contatos): Lista de contatos e e-mails inteligente

Ainda há ferramentas para cursos online (Google Sala de Aulas), construção de páginas web (Google Sites), sistemas de segurança para empresas (Apps Vault e Admin Console), ferramentas de marketing (Google Analytics, Google AdWords e o Google Search Console), etc. Mas falar de todos elas em um único post é totalmente inviável, então se você quiser que eu descomplique alguma dessas outras é só pedir aqui nos comentários que eu preparo um guia exclusivo pra elas.

Quais as vantagens do Google Drive?

Provavelmente a maior força do Google Drive está na sua baixíssima barreira de entrada. Quer dizer, é muito fácil começar a usar o produto e se beneficiar dele. Leva poucos minutos para um usuário que está ali pela primeira vez entender a lógica geral das coisas e começar a fazer um bom uso.

Com preços que começam em zero reais, ele também uma alternativa muito econômica a outros pacotes como o Microsoft Office. Mesmo em seus planos pagos, o armazenamento tem preço justo e sua capacidade de criareditar e colaborar em documentos online é simplesmente fantástica.

Outro ponto forte é que praticamente qualquer sistema operacional é suportado. Além de rodar tranquilo direto do seu browser, existem plugins para o Chrome e aplicativos para iOS Android, assim como Windows Mac. Para quem usa Linux ou Windows Phone, ainda não há aplicativos nativos, mas o serviço está disponível via Google Sync ou através do browser do sistema. Por este mesmo método também é possível acessar os apps em sistema mais exóticos como o MIUI ou Ubuntu Phone.

É legal também lembrar que o Drive sincroniza outros arquivos como fotosvídeosarquivos compactados e formatos proprietários de outros softwares, como Photoshop e AutoCad sem problemas. Para estes arquivos não é possível fazer a edição online, mas eles ainda serão mantidos protegidos e sincronizados entre suas máquinas. O limite de tamanho é 5 TB (isso mesmo, TERAbytes). Mais que o suficiente para a maioria das pessoas.

Quais as desvantagens do Google Drive?

Apesar de ser extremamente útil, nem tudo aqui são flores. O Google Drive também tem suas falhas. A principal delas é que os arquivos criados pelos aplicativos Docs, Spreadsheets, Forms e Slides não são realmente sincronizados com o computador. O que o programa faz é colocar um placeholder, uma espécie de marcador, que diz para você o nome do arquivo e sua localização, mas não permite que você o edite fora do sistema.

Assim, se você sincroniza sua pasta de planilhas, por exemplo, vai saber quantas têm, seus nomes e localização, mas precisa retornar ao Spreadsheets para trabalhar nelas. Isto não chega a ser um grande problema quando a conexão com a internet está estável, mas sabemos que isto nem sempre é verdade em terras tupiniquins.

Outro problema é que se você não tem acesso aos aplicativos nativos, como em telefones com Windows, as versões mobile (site para celulares e tablets) são muito simples, sem muitas funcionalidades e até meio desajeitadas. Não servem para realizar nenhum trabalho minimamente sofisticado. Para contornar esse problema você pode abrir a página do Drive com o navegador de internet (e já que estamos falando de Google, recomendo usar o Google Chrome), abrir a página em versão “Para computador” e abusar do zoom pra conseguir usar a interface não adaptada para celulares. Já adianto que não é nada prático isso, mas se não der pra você usar em um computador, te recomendo paciência e desejo sorte. 🙄

Como usar Google Drive?

Existem duas formas principais de acessar seus arquivos no Drive: via sincronização na sua máquina (Windows e Mac, nativamente) ou através do cliente web. Para qualquer uma das duas, será necessário ter uma conta no Google.

Acessando via cliente web

Para acessar através do seu browser, basta ir em google.com/drive.

Os navegadores suportados são:

  • Chrome
  • Firefox
  • Safari
  • Microsoft Edge / Internet Explorer

Se você usa outros, como o Opera, ainda poderá ter acesso aos seus arquivos, mas algumas funções podem não ser executadas corretamente. No Google Calendar, por exemplo, é possível consultar seus compromissos, mas durante nossos teste não foi possível editar ou adicionar nada. Nos aplicativos Docs, Spreadsheets e Slides, podem acontecer erros de visualização e quebras inesperadas nas páginas.

O modo de edição offline (desconectado da internet), que, apesar de limitado é bem útil, só funciona no Google Chrome.

Acessando via aplicativo

Para instalar o Google Drive, você pode logar na sua conta, clicar na engrenagem no canto superior direito, e selecionar a opção “Fazer o download do Drive”.

como usar o google drive

Você também pode ir a google.com/drive/download/ e baixar o executável de lá. Esta página também tem atalhos para os aplicativos móveis de Android e iOS.

Ao clicar no botão de download, você precisa aceitar os termos de uso antes de baixar o instalador.

como usar o google drive: Tela do instalador. Só baixe o arquivo do site oficial!

O instalador não tem nem um megabyte, e vai baixar rapidinho. Quando você o abrir pela primeira vez ela vai baixar os arquivos necessários para rodar. Aqui levou menos de 30 segundos!

Em seguida, será apresentado um breve setup para configurar o programa. O primeiro passo é entrar com suas credenciais do Google. Em seguida, são apresentadas 4 telas com algumas informações sobre o aplicativo.

Então será criada uma pasta “Google Drive”, até com um ícone bonitinho, que é seu atalho para enviar e sincronizar seus arquivos. Veja:

como usar o google drive: Ícone da pasta do Drive no Windows 10

Na sua barra de notificações, ao lado do relógio, também haverá um ícone novo, indicando que a sincronização está ativa:

como usar o google drive: ícone da barra de notificações

Eu sei, tenho muitos arquivos.

O passo que eu recomendo que você faça imediatamente é clicar com botão direito neste ícone, depois clicar nos três pontinhos e ir em “Preferências”.

como usar o google drive: menu do drive

Ali você pode escolher se quer sincronizar todas as suas pastas, ou apenas uma parte delas. Talvez você não queira sincronizar os arquivos do trabalho no computador de casa ou vice-versa, por exemplo.

como usar o google drive: menu de preferências

Também é possível ver seu espaço disponível, escolher sobre a inicialização automática do programa e colocar limites na banda disponível para upload e download.

Agora que o programa está configurado, é só colocar os arquivos que você tem sincronizados dentro da sua pasta e acessá-los de qualquer lugar!

Dicas campeãs de como usar ao máximo o Google Drive

Agora que você já entendeu o básico sobre como o Google Drive funciona, é hora de colocá-lo para trabalhar! Veja algumas maneiras de extrair o melhor da ferramenta:

Garanta sua segurança com autenticação de dois fatores

Se você usa senhas como a sua data de nascimento, nome do seu cachorro ou apelido da namorada, apenas pare.

É sério, cara! Você está hospedando arquivos potencialmente importantes ali. Coisas de trabalho, faculdade, documentos pessoais. Você não quer isso em mãos erradas, não é?

Felizmente, existe uma solução simples e muito eficiente para isto: autenticação em dois fatores.

Isto quer dizer que, além da sua senha, também será necessário um fator adicional para entrar na sua conta pela primeira vez. Este fator pode ser um aplicativo instalado no seu smartphone ou o envio de um SMS para o seu celular.

É muito fácil e você só precisa de um telefone para fazer. Clique aqui e configure a sua.

Importe os arquivos que você já criou

Há uma boa probabilidade que você tenha documentos, entre textos, fotos e planilhas, que vão precisar ser carregados para dentro do Drive, agora que você viu a luz, digo, adotou o sistema.

Mas copiar e colar o conteúdo destes documentos seria um verdadeiro pesadelo, não é? Mas calma, sem problemas!

Importando pelo aplicativo web

Ao clicar em “new” você pode importar arquivos individualmente, ou mesmo uma pasta inteira numa tacada só.

O procedimento não poderia ser mais simples. É só navegar até o local escolhido e selecionar o arquivo ou pasta.

como usar o google drive: como importar um arquivo

Um detalhe importante é que você pode escolher se quer apenas hospedar os arquivos, ou também convertê-los para o formato que pode ser editado online nas ferramentas do Google.

Para fazer isto, basta clicar na engrenagem, do lado superior direito da tela, e em “settings” ou “ferramentas”. Você vai se deparar com estas opções:

como usar o google drive: opções do menu de ferramentas do google drive
  • Storage/Armazenamento: Mostra quanto espaço há disponível e dá opção para comprar mais
  • Convert upload: marque para converter seus arquivos automaticamente

Atenção! Converter arquivos do office com formatação rica, muitas fórmulas, VBA, e alguns recursos avançados pode estragar sua formatação! Faça esta migração com cuidado e sempre guarde um backup!

  • Language/Idioma: Troca a linguagem da interface, não interfere com os arquivos.
  • Offline: Permite que a listagem dos arquivos seja disponível offline, no seu computador.
  • Density/Densidade: Controla quanta informação a tela mostra de uma vez só. Eu prefiro o “confortable”, mas se você tem um monitor menor pode usar “compact” para mostrar mais coisas de uma só vez.
  • Create a Google Photos Folder/Criar uma pasta para o Google Fotos: Integra o serviço de fotos do Google no Drive. Especialmente útil para quem usa celulares android, que tendem a ter o Google Photos integrado como padrão. Também pode ser usado com iOS, bastando instalar o aplicativo.

Importando pelo aplicativo desktop

Como vimos acima, o aplicativo para desktops do Drive cria uma pasta virtual, que é uma espécie de espelho do seu armazenamento online. Assim, se você quiser subir um (ou muitos) arquivos para o drive, basta colocar eles dentro desta pasta. Mais simples impossível!

Quando você tem muitos arquivos, ou separa documentos de trabalho e pessoais, por exemplo, talvez não queira que todos os arquivos do drive tenham um espelho na sua máquina, certo? Sem problemas. É só clicar com o botão direito no ícone do aplicativo e voltar nas preferências. É o mesmo menu que você viu durante a instalação do programa!

Se você remover alguma pasta aqui, ela desaparece do desktop, mas permanece segura dentro do Google Drive!

Crie colaborativamente

Talvez este seja o meu recurso favorito do Google Drive. Através da plataforma você pode compartilhar os arquivos de forma controlada, além de dar acessos de edição ou apenas visualização de maneira muito, muito granular.

Perfeito para equipes, como a que está trabalhando agora para levar todo o conteúdo fantástico deste blog até você!

Permissão e compartilhamento

Se estiver com um documento (seja ele texto, planilha ou apresentação) abertos, você verá este simpático botão azul no canto superior direito:

como usar o google drive: botão de compartilhamento

Pode estar escrito “Compartilhar”, se você usa o Google Drive em português.

Na interface web, você pode usar o ícone na barra superior, ou clicar com o botão direito no arquivo/pasta que quer compartilhar, desta maneira:

como usar o google drive: como compartilhar

Ao clicar em qualquer um dos dois, será apresentada uma caixa para que você configure os acessos. É bem fácil, veja só:

como usar o google drive: como compartilhar

Na barra “People” ou “Pessoas” você escolhe, dentro da sua lista de contatos, quem recebe o acesso. No botão cinza, à direita, você escolhe o nível de permissão, que pode ser:

  • Can edit/Pode editar: as pessoas listadas podem ver e alterar o conteúdo dos documentos
  • Can comment/Pode comentar: pode ver e adicionar comentários, mas estes só podem ser aprovados ou reprovados por quem tem permissão “can edit”.
  • Can view/Pode ver: pode acessar o documento, mas não pode realizar nenhuma alteração

Atenção! Por padrão, a permissão de “can view” também permite que a pessoa faça cópias (que serão editáveis editáveis) do seu documento.

A atribuição de permissão por email — esta que vimos acima — requer que a pessoa esteja logada em uma conta reconhecida pelo Google, para provar sua identidade. Esta maneira, entretanto, não é prática quando precisamos configurar a permissão em função do artigo em si, e não das pessoas que podem acessá-lo. Isto acontece, por exemplo, quando queremos incluir um time inteiro, ou deixar o artigo público para colaboração.

Nestes casos, você deve usar “Get shareable link”, ou as permissões avançadas de edição, nestes botões:

como usar o google drive: como compartilhar arquivos

O botão “Advanced” abre uma tela como esta:

como usar o google drive: link compartilhável

No topo, é exibido o link para os colaboradores, assim como botões para compartilhar o link. Abaixo, está a lista de pessoas com acesso a ele. Clicando em “Change”, configura-se qualquer combinação de atribuição de permissão e acesso:

como usar o google drive

Se o seu arquivo é público, ele pode ser descoberto por crawlers, e aparecer nas páginas de resultado do Google.

Em “anyone with the link” o acesso é permitido a todos, mas é necessário conhecer o link para chegar no arquivo.

Você consegue saber imediatamente que está vendo seu arquivo, olhando para o topo da tela. As pessoas logadas no Google aparecem com um nome e foto. Quem não estiver, é identificado como um “animal anônimo”:

Como compartilhar arquivos do Google Drive com contas de e-mail que não são do Google

O compartilhamento dos arquivos do Drive do Google só são permitidos para quem tem uma conta no Google. 

As contas do Google não precisam usar endereços do Gmail.

Uma Conta do Google é apenas um sistema de login unificado que oferece acesso a produtos do Google, como Google Drive, Documentos, Planilhas e Apresentações Google. Você pode associar qualquer endereço de e-mail a uma Conta do Google.

Se a pessoa não tiver uma conta, será necessário criar uma através deste link https://accounts.google.com/signupwithoutgmail

Exemplo: se a pessoa tem uma conta no uol.com.br ela poderá associar o email @uol.com.br com a Conta do Google sem precisar se inscrever no Gmail.

Dessa forma, você poderá compartilhar arquivos com essa conta @uol.com.br

Comunidade de Ajuda do Google Drive

Sabia que a Google oferece suporte a esses aplicativos gratuitamente? Pois é, e ainda mantém uma comunidade onde pessoas com diversos níveis de aptidão podem te ajudar.

Em caso de dúvidas não hesite em procurar uma solução por lá e abrir uma postagem nos fóruns que suas dúvidas podem ser respondidas imediatamente.

Claro que você pode deixar sua dúvida aqui nos comentário também. 😉

Turbinando sua conta com o Google One

Precisa de mais espaço ou mais funcionalidades? É possível fazer um upgrade com assinaturas que não são tão caras assim.

Planos da assinatura Google One (https://one.google.com/)

Mestre GDrive, que a força esteja com você!

Agora que você já é um verdadeiro mestre do Google Drive. Está pronto para montar seu time, produzir e colaborar na nuvem para realizar qualquer missão!

E não se esqueça de deixar suas dicas e dúvidas nos comentários! Até a próxima!

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Upgrade: a melhor maneira de acabar com a tristeza

“Upgrade significa atualização ou melhoria, normalmente utilizada para atualizar uma versão antiga para uma mais recente de um determinado produto.

O termo upgrade é muito usado na área da informática e de equipamentos eletrônicos, se referindo a troca de um hardware, um software ou um firmware por uma versão melhor ou mais recente, melhorando a funcionalidade do equipamento.

Upgrade também é um termo usado para a compra de novos equipamentos, principalmente quando envolvem novas tecnologias”.*

Há tempos venho pensando na necessidade urgente urgentíssima de fazer um upgrade na minha vida. Sabe aqueles balanços ou retrospectivas que costumamos fazer ao encerrar um ciclo? Muito comum no dia 31 de dezembro ou no dia do nosso aniversário?

Pois é. Esquece. No último dia do ano não dá tempo de fazer absolutamente nada, quanto mais uma retrospectiva ou um balanço. No máximo você sai correndo pro supermercado mais próximo em busca de um peru ou de um tender e de um fardinho de cerveja. Rezando pra que o resto da população não tenha feito a mesma m que você: deixado isso pro segundo tempo da prorrogação, quando o juiz já não agüenta mais correr pra lá e pra cá. Nem você. Tudo que se sonha é que algum abençoado tenha tido tempo de, não apenas comprar, mas também de preparar o peru, o tender, o chester, o arroz com passas e a maionese. Ah! E o manjar de côco com calda de ameixa, ou, aquela gelatina toda colorida que trimilica alegremente na mesa cada vez que o grau etílico da moçada aumenta.

Já faz bastante tempo que não tenho um final de ano desse tipo, até por que, trabalhando em uma pousada, não existe último dia do ano. Ou melhor, existe, mas a gente trabalha dobrado pro povo festejar enquanto nosso  maior desejo não é pular sete ondas, mas sim apenas tomar um banho e se jogar na cama. Ossos do ofício. Cada um tem o seu e eu que lide e que lute. Já sei disso.

E o balanço de aniversário? Sabe qual? Aquela vontade danada que dá de pisar no freio e acelerar ao mesmo tempo, brincando com o tempo, permitindo que um ano se grude ao outro, trazendo lembranças de tudo o que vivenciamos pra chegar até aqui. Se me deixassem num canto, esquecida, bem possível que eu ficasse horas e horas (re)passando a vida à limpo. Pra quê? Pra fazer um upgrade! Pra ficar com aquilo que agrega e deixar ir o que já não faz mais sentido.

De uns tempos pra cá tenho me permitido usar e abusar dessa tecnologia a meu favor. Descobri que é muito saudável “atualizar uma versão antiga para uma mais recente”. Não estou falando de botox, silicone, tinta. Nada dessas químicas. Me refiro à atualização interna que, na minha opinião, é o que realmente importa. De que adianta estar tinindo por fora e trincada por dentro?

Nesse quesito tenho me dado ao luxo de introduzir em minha rotina alguns hábitos que me servem de alavancas, gatilhos pra me fazer feliz, tipo: meditações, ritos tibetanos, alongamentos, relaxamentos que – isso sim, sem dúvida! – me ajudam a fazer um upgrade bacaníssimo. Como diria um conhecido meu, a essa altura da vida, a beleza interna é o que há!

Aliado a esse autocuidado, tenho também me dedicado a aprender. Em um dos livros da Trilogia do Rei Artur, de Bernard Cornwell, Merlin diz para Derfel que quando se está triste demais, o melhor que fazemos é aprender algo novo. Já faz tempo que devorei essa coleção belíssima, e esse trecho nunca mais saiu da minha cabeça. Aprender quando se está triste, pra espantar a tristeza. E dá muito certo, especialmente pra alguém que, como eu, é chegada numa deprê existencial.

Escrever pra um blog é coisa simples – você deve estar pensando –  porém, escrever sobre um assunto que desconheço (a tal da tecnologia) é um baita desafio e, além disso, mexer com as ferramentas do WordPress, o Sistema de Gerenciamento de Conteúdo, que nos possibilita bater esse papo aqui é ainda um mistério pra mim. Mistério esse que hei de desvendar, assim que meus horários livres baterem com os da @isacolucci, minha mestra querida que tem uma paciência ilimitada para meus “por quês” e meus “como assim”.

Pra fechar minhas indagações da semana, solicito à nossa chefa/líder que inclua na sua lista de “coisas que a Lana me perguntou” os termos citados lá no início: hardware, software, firmware e, se possível, também como lidar com o WordPress. Mexi com ele uma única vez e, por mais didática e talentosa que Isa seja quando veste o jaleco de professora, eu sou daquelas alunas avoadas que, mesmo sentando na primeira carteira, fica desenhando estrelinhas na borda do caderno. Quando me dou conta, deixei passar aquele detalhezinho super importante que, se não for aplicado, leva todo o conteúdo pra lixeira. Ui!

Firme no propósito de aprender e de fazer com que a massa cinzenta que ainda me resta se exercite e se mantenha ativa, prometo me empenhar mais na próxima aula. E prometo também organizar meus horários e parar de desenhar estrelinhas… Mas você viu como tá sensacional essa lua cheia? Parece até que ela fez um upgrade!

Tá. Parei.

*Fonte:  https://www.significados.com.br/upgrade/

blog_2_apresenta-isa-itc

IT Consulting Tin-Tin Por Tin-Tin

“Boa tarde… Vc poderia me informar tin-tin por tin-tin, o que é a sua empresa? Grato!!!”. Essa foi a mensagem que recebemos via Direct no Instagram do @henrique_hnc logo depois de postarmos que nosso novo site estava no ar. É tenta coisa acontecendo por aqui, Henrique, que realmente acho muito necessário me apresentar, tanto como pessoa jurídica quanto física.

Quem é Isa Colucci na fila do pão?

Me apresentar como pessoa física é crucial porque a ITC (apelido carinhoso dado à IT Consulting) nasce de um sonho pessoal de liberdade, como MEI (Microempreendedora Individual), depois de trabalhar por anos em fábricas de software. Me chamo Isa Colucci e até esse nome foi cunhado ao longo da minha existência empreendedora. Lá no comecinho dessa história toda eu era Isabela, uma analista de sistemas metódica, séria demais e até um pouco sisuda.

Já nessa vivência, dentro de um ambiente muitas vezes insalubre, eu lidava mais com pessoas do que com máquinas. Inicialmente oferecendo suporte aos produtos desenvolvidos pela fábrica, depois como analista fazendo levantamento de requisitos, testes de qualidade, muitas vezes alocada (e outras tantas aloucada) em cliente para servir de ponte (e tradutora) entre quem acha que sabe o que quer e quem acha que é dono da verdade. Uma vida tranquila onde me sentia como a corda de um cabo de guerra, sempre desviando de milhares de copos de café e caixinhas de tarja preta, com hora pra chegar e sem hora pra sair. Até me encher disso tudo, jogar um “bom emprego” pro alto, me olhar no espelho e perguntar: E agora, José?

Nasce a IT Consulting

Eu não sabia muitas coisas sobre a vida e tinha também muito a aprender sobre a profissão, mas uma coisa eu sabia: eu era muito boa no que fazia! E amava tecnologia como amo música, então, a resposta que dei àquele reflexo perdido de mim mesma foi: nós duas, vamos seguir o conselho de Geraldo Vandré e Chico Buarque, “caminhando e cantando e seguindo a canção”. Mas será a nossa canção! Eu, com minhas convicções, vou abrindo caminho pra nossa “banda passar” e você com suas dúvidas, mas cheia de sonhos, vai garantir que ela siga “tocando coisas de amor”!

Se ainda não sabia o que a ITC seria, a certeza que restava consistia em conhecer o que ela não seria! Não seria mais uma fábrica de software. Não seria um lugar onde se falasse em tecniquês. Não seria uma ode ao nerdismo egocêntrico, e porque não dizer falocêntrico, onde alguém se sentisse mais por ter um determinado conhecimento. Não bateria a porta na cara da diversidade, formatando pessoas como robôs, olhando atravessado quem se veste dessa maneira ou fala daquela outra. E nunca se tornaria um ambiente insalubre! Dito isso, agora eu precisava determinar o que seria oferecido como serviço. Hora da Isabela sisuda e a Isa sonhadora sentarem juntas e validarem suas ideias. Ah, chama a Isabela professora também, porque na ITC aquele curso de formação de professoras (vulgo curso Normal) vai ser muito útil!

Assim nasceu a IT Consulting, há uns 10 anos atrás (ainda que a formalização só tenha chegado em 2017)! E só depois de muito tempo e conhecimento acumulado eu descobri que talvez esse não fosse um bom nome… mas isso é papo pra outra postagem.

Serviços que oferecemos

Como minha maior experiência era em fábricas de software, pensei: claro que o primeiro serviço que vou oferecer é o desenvolvimento de sistemas personalizados! Saco bastante de análise, me garanto em programação e o que eu não souber logo de cara, estudo e aprendo. Sempre fui autodidata mesmo… Vai dar tudo certo! Certo? ERRADO! Beleza, você desenvolve uma solução supimpa pro seu cliente, mas QUE CLIENTE?! Quem vai vender essa bagaça aí que a sabichona aqui vai programar? Pois é… Meu primeiro serviço era rentável, mas bastante difícil de vender, já o desenvolvimento de sites era mais tranquilo e rapidamente se tornou o carro-chefe da empresa.

Em tempos de vacas magras percebi a receita cair muito! Olhando o mercado pude perceber que as pessoas tinham cada vez menos possibilidades de investir e mais necessidade de remediar. Hora de tirar a poeira daquele cursinho de manutenção de computadores que fiz antes mesmo da faculdade, lustrar os conhecimentos reciclando com um curso de manutenção de placas-mãe pra agregar um pouco de eletrônica e oferecer oficialmente como serviço aquilo que já fazia para amigos e parentes. E deu super certo! Apesar de ter uma margem de lucro menor, foi consertando computadores que a ITC atravessou sua primeira crise e de quebra conquistou seu primeiro contrato (que é nosso cliente até hoje ❤), garantindo uma renda fixa que aumentaria gradativamente a seguir.

Vencida a crise, hora de me aventurar um pouco mais. Se o desenvolvimento de sistemas não emplacou num primeiro momento, como eu posso aproveitar tantos anos de fábrica e os conhecimentos valiosos acumulados nesse período aqui na ITC? Consultoria! Aí sim! Se você soubesse a quantidade de empresas que não tem uma equipe de TI, contratam o serviço de desenvolvimento de uma fábrica (muitas vezes renomada e cobrando caríssimo) e se sente perdida (e porque não dizer enrolada) por não saber acompanhar o projeto, não saber cobrar o produto contratado, vendo seu tempo e dinheiro escorrendo pelo ralo sem ter o sistema pronto para implementação… E é disso que a ITC trata! Descomplicar, fazer a ponte entre as pessoas e as máquinas (ainda que estas sejam pessoas que se comportam como máquinas)! E deu super certo! Achei o caminho que vinha buscando e voltei a me envolver com projetos, mas dessa vez sem a dor, só a delícia de ser o que é.

Foi administrando esse tripé: desenvolvimento, manutenção e consultoria, que eu e a ITC fomos atingindo a maturidade e a estabilidade almejada. Mas empreendedor parece que tem bicho carpinteiro (ou seria pelo corpo inteiro?) e tá sempre inventando moda. E essa que vos fala não foge à regra. Hora de agitar as coisas por aqui e crescer. Primeiro expandindo a rede de parceiros, depois convocando e contratando aliados. E é esse o momento que estamos vivendo agora, com uma nova identidade visual, um novo posicionamento e um novo serviço: Marketing Digital.

Quem é o time ITC?

Sim, nas eras das redes sociais tem muito empreendedor que não está dando conta de tocar seu negócio e ainda se posicionar digitalmente. Isso foi um desafio pra mim e alguns clientes que consumiam outros serviços relatavam a mesma dificuldade. Se sozinha eu não teria a menor possibilidade de dar conta do volume de trabalho e conhecimentos diversos necessários para oferecer esse serviço com a qualidade chancelada pela ITC, o caminho seria me cercar de pessoas confiáveis e competentes para a tarefa.

Além de fazer cursos, estudando tudo a respeito até me sentir apta a garantir mais esse serviço, me aliei a um amigo de longa data, Thiago Bezerra, social media e CEO da Media Outdoor Online, conferindo um respaldo técnico necessário, uma visão estratégica para apontar a direção a ser tomada pelas campanhas de cada cliente e a metrificação dessas campanhas, para gerar relatórios mensurando o retorno de todos os esforços empregados.

Mas nem só de estratégias vive uma campanha de marketing digital. É preciso tempo, ideias e mão na massa pra gerar conteúdos e manter a presença digital constante, tão necessária pra ter resultados digitais e reais. E para essa tarefa eu consegui recrutar um timaço: Aline Pintor e Vivian Colucci garantem que as redes se mantenham de fato sociais e Lana Chueri traz o conhecimento jornalístico e da língua portuguesa, imprescindíveis às postagens de blog (aproveita e me ajuda com essa revisão aqui @lanachueri?).

Onde queremos chegar?

O céu é o limite! Mas precisamos construir uma ascensão sólida pra esse foguete não explodir no ar. Por agora queremos oferecer uma suíte de serviços completa para empreendedores, pequenas e médias empresas:

  1. Um endereço digital: ter um site é fundamental para existir nesse mundo digital.
  2. Ser encontrado pelo cliente: ter um blog, além de um site otimizado (SEO) favorece a indexação por buscadores como o Google. Dessa forma quando um cliente precisar e buscar, sua chance de aparecer na primeira página aumenta (e com ela as oportunidades para fechar novos negócios).
  3. Fortalecer a marca: apesar do nome pomposo, branding, tornar uma marca forte é fundamental para o cliente escolher você ao invés de outra empresa na hora da compra. Por isso é tão importante estar presente e comunicar bem aquilo que se propõe a fazer e ser. Esse laço de identificação entre a marca (que pode representar uma pessoa ou empresa) e seu público se constrói aos poucos, mas é muito valioso.
  4. Fechar a venda: e nos tempos atuais essa venda pode ser totalmente digital, através de uma loja virtual, por exemplo.
  5. Criar e acompanhar processos: implementar uma cultura corporativa não precisa ser algo quadrado ou inflexível, mas é imprescindível quando o objetivo é profissionalizar, expandir e gerenciar bem um negócio. Em alguns casos adotar um sistema personalizado próprio, ou adquirir alguma solução já existente no mercado, pode ajudar e muito a execução das tarefas diárias. Mas uma consultoria vai muito além de sistemas. Entender o que a empresa se propõe, conhecer sua trajetória até ali, vislumbrar aonde se quer chegar e construir o caminho até lá, identificando atalhos, ferramentas e necessidades. É disso que se trata um bom consultor.
  6. Manter tudo em pleno funcionamento: suas máquinas não podem te deixar na mão durante essa trajetória. Seja realizando manutenção preventiva, remediando o mau funcionamento do computador, ou mesmo recuperando aquelas informações perdidas que não foram copiadas em local seguro.

Em cada um desses passos, você pode contar com a ITC.

BLOG_Capa-Lana

O quê que eu tô fazendo aqui

Olá pessoal! Eu sou Lana, formada em Jornalismo, atualmente recepcionista de uma Pousada em Búzios, Rio de Janeiro. Costumo dizer que esse foi meu maior salto quântico até agora: mudei de profissão, de cidade e deixei minha zona de conforto quietinha lá no interior de São Paulo. Fui convidada pela Isa pra fazer parte desse time que teima em descomplicar a tecnologia pra nossa vida ficar mais fácil. Sim, eu também faço parte dessa tribo que teve de se adaptar aos avanços tecnológicos, sob o risco de ficar assistindo o jogo da arquibancada.

Faço 58 anos esse mês e quanto mais o tempo passa mais me convenço que sei bem pouco sobre esse bicho de sete cabeças cheio de botões, fios, entradas, saídas, programas, luzes piscantes e que fala com a gente em inglês! Sem a menor cerimônia!

Sou do tempo da máquina de escrever, gente! Fiz meu TCC numa Olivetti pititica, metida à besta de tão barulhenta, com papel carbono. Hurum! Papel carbono, moçada! Dá uma googleada aí, só por curiosidade.

Isso foi na década de 90, quando computadores começavam a aparecer em algumas faculdades e em raríssimas casas. Tipo televisão, na década de 70, ter um PC em casa era quase uma ostentação. Celular então era coisa dos Jetsons. Enfim, sob protesto, tive de me render e trocar a maquineta pelo teclado. Entre curiosa e assustada fui me adaptando e até a página 20 eu vou de boa. Mas se me pedirem pra fazer mais do que CTRL C/CTRL V ou CTRL P ou ainda CTRL ALT DEL eu vou precisar dos universitários. Tá, também não é assim. Tem coisas que a gente faz no dia a dia e nem sabe muito bem como é que fez, “só sei que é assim…”

Olha que engraçado. Há uns dois meses comecei a mandar currículos pra vagas de comunicação. Estava (estou) em busca de uma renda extra, home office, pra tentar segurar o rojão da pandemia que estourou todos os orçamentos. Cara! Até pra ser revisor ou conteudista (sim! isso existe! descobri!) você precisa “ter domínio da linguagem tal, experiência no sistema coiso de tal e, além da formação em comunicação, ter inglês fluente e informática básica. Ok! Ocorre que tive de separar um tempo da minha vida pra cuidar da minha vida. Eu tive duas filhas, já sou avó e enquanto as meninas eram pequenas me separei do pai delas, ou seja, fui pãe por muitos anos, até que elas voassem com asas próprias. Sorry, darling! I didn’t have time to take English and computer courses. (viva o Google tradutor, né?)

Mas tem muitas ferramentas que podem nos ajudar a transformar esse bicho de sete cabeças em um animal de estimação. Sempre achei que o homem perderia as rédeas da tecnologia. De todo não estou errada. Porém, fico bem feliz quando esse potencial virtual é usado para o bem. No caso, aqui, o objetivo é que a gente possa domesticar o dragão e alçar voos incríveis, sem perturbar tanto os universitários. Sinceramente não sei muito bem qual a minha função aqui além de escrever, coisa que amo de paixão e que me serve também de terapia. Pelo que entendi, Isa quer que esse nosso encontro semanal seja pra trocar em miúdos, técnicas e palavreados que só a turma de TI consegue entender. Acho que podemos tentar! E conseguir! Quem vamos?