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IT Consulting Tin-Tin Por Tin-Tin

“Boa tarde… Vc poderia me informar tin-tin por tin-tin, o que é a sua empresa? Grato!!!”. Essa foi a mensagem que recebemos via Direct no Instagram do @henrique_hnc logo depois de postarmos que nosso novo site estava no ar. É tenta coisa acontecendo por aqui, Henrique, que realmente acho muito necessário me apresentar, tanto como pessoa jurídica quanto física.

Quem é Isa Colucci na fila do pão?

Me apresentar como pessoa física é crucial porque a ITC (apelido carinhoso dado à IT Consulting) nasce de um sonho pessoal de liberdade, como MEI (Microempreendedora Individual), depois de trabalhar por anos em fábricas de software. Me chamo Isa Colucci e até esse nome foi cunhado ao longo da minha existência empreendedora. Lá no comecinho dessa história toda eu era Isabela, uma analista de sistemas metódica, séria demais e até um pouco sisuda.

Já nessa vivência, dentro de um ambiente muitas vezes insalubre, eu lidava mais com pessoas do que com máquinas. Inicialmente oferecendo suporte aos produtos desenvolvidos pela fábrica, depois como analista fazendo levantamento de requisitos, testes de qualidade, muitas vezes alocada (e outras tantas aloucada) em cliente para servir de ponte (e tradutora) entre quem acha que sabe o que quer e quem acha que é dono da verdade. Uma vida tranquila onde me sentia como a corda de um cabo de guerra, sempre desviando de milhares de copos de café e caixinhas de tarja preta, com hora pra chegar e sem hora pra sair. Até me encher disso tudo, jogar um “bom emprego” pro alto, me olhar no espelho e perguntar: E agora, José?

Nasce a IT Consulting

Eu não sabia muitas coisas sobre a vida e tinha também muito a aprender sobre a profissão, mas uma coisa eu sabia: eu era muito boa no que fazia! E amava tecnologia como amo música, então, a resposta que dei àquele reflexo perdido de mim mesma foi: nós duas, vamos seguir o conselho de Geraldo Vandré e Chico Buarque, “caminhando e cantando e seguindo a canção”. Mas será a nossa canção! Eu, com minhas convicções, vou abrindo caminho pra nossa “banda passar” e você com suas dúvidas, mas cheia de sonhos, vai garantir que ela siga “tocando coisas de amor”!

Se ainda não sabia o que a ITC seria, a certeza que restava consistia em conhecer o que ela não seria! Não seria mais uma fábrica de software. Não seria um lugar onde se falasse em tecniquês. Não seria uma ode ao nerdismo egocêntrico, e porque não dizer falocêntrico, onde alguém se sentisse mais por ter um determinado conhecimento. Não bateria a porta na cara da diversidade, formatando pessoas como robôs, olhando atravessado quem se veste dessa maneira ou fala daquela outra. E nunca se tornaria um ambiente insalubre! Dito isso, agora eu precisava determinar o que seria oferecido como serviço. Hora da Isabela sisuda e a Isa sonhadora sentarem juntas e validarem suas ideias. Ah, chama a Isabela professora também, porque na ITC aquele curso de formação de professoras (vulgo curso Normal) vai ser muito útil!

Assim nasceu a IT Consulting, há uns 10 anos atrás (ainda que a formalização só tenha chegado em 2017)! E só depois de muito tempo e conhecimento acumulado eu descobri que talvez esse não fosse um bom nome… mas isso é papo pra outra postagem.

Serviços que oferecemos

Como minha maior experiência era em fábricas de software, pensei: claro que o primeiro serviço que vou oferecer é o desenvolvimento de sistemas personalizados! Saco bastante de análise, me garanto em programação e o que eu não souber logo de cara, estudo e aprendo. Sempre fui autodidata mesmo… Vai dar tudo certo! Certo? ERRADO! Beleza, você desenvolve uma solução supimpa pro seu cliente, mas QUE CLIENTE?! Quem vai vender essa bagaça aí que a sabichona aqui vai programar? Pois é… Meu primeiro serviço era rentável, mas bastante difícil de vender, já o desenvolvimento de sites era mais tranquilo e rapidamente se tornou o carro-chefe da empresa.

Em tempos de vacas magras percebi a receita cair muito! Olhando o mercado pude perceber que as pessoas tinham cada vez menos possibilidades de investir e mais necessidade de remediar. Hora de tirar a poeira daquele cursinho de manutenção de computadores que fiz antes mesmo da faculdade, lustrar os conhecimentos reciclando com um curso de manutenção de placas-mãe pra agregar um pouco de eletrônica e oferecer oficialmente como serviço aquilo que já fazia para amigos e parentes. E deu super certo! Apesar de ter uma margem de lucro menor, foi consertando computadores que a ITC atravessou sua primeira crise e de quebra conquistou seu primeiro contrato (que é nosso cliente até hoje ❤), garantindo uma renda fixa que aumentaria gradativamente a seguir.

Vencida a crise, hora de me aventurar um pouco mais. Se o desenvolvimento de sistemas não emplacou num primeiro momento, como eu posso aproveitar tantos anos de fábrica e os conhecimentos valiosos acumulados nesse período aqui na ITC? Consultoria! Aí sim! Se você soubesse a quantidade de empresas que não tem uma equipe de TI, contratam o serviço de desenvolvimento de uma fábrica (muitas vezes renomada e cobrando caríssimo) e se sente perdida (e porque não dizer enrolada) por não saber acompanhar o projeto, não saber cobrar o produto contratado, vendo seu tempo e dinheiro escorrendo pelo ralo sem ter o sistema pronto para implementação… E é disso que a ITC trata! Descomplicar, fazer a ponte entre as pessoas e as máquinas (ainda que estas sejam pessoas que se comportam como máquinas)! E deu super certo! Achei o caminho que vinha buscando e voltei a me envolver com projetos, mas dessa vez sem a dor, só a delícia de ser o que é.

Foi administrando esse tripé: desenvolvimento, manutenção e consultoria, que eu e a ITC fomos atingindo a maturidade e a estabilidade almejada. Mas empreendedor parece que tem bicho carpinteiro (ou seria pelo corpo inteiro?) e tá sempre inventando moda. E essa que vos fala não foge à regra. Hora de agitar as coisas por aqui e crescer. Primeiro expandindo a rede de parceiros, depois convocando e contratando aliados. E é esse o momento que estamos vivendo agora, com uma nova identidade visual, um novo posicionamento e um novo serviço: Marketing Digital.

Quem é o time ITC?

Sim, nas eras das redes sociais tem muito empreendedor que não está dando conta de tocar seu negócio e ainda se posicionar digitalmente. Isso foi um desafio pra mim e alguns clientes que consumiam outros serviços relatavam a mesma dificuldade. Se sozinha eu não teria a menor possibilidade de dar conta do volume de trabalho e conhecimentos diversos necessários para oferecer esse serviço com a qualidade chancelada pela ITC, o caminho seria me cercar de pessoas confiáveis e competentes para a tarefa.

Além de fazer cursos, estudando tudo a respeito até me sentir apta a garantir mais esse serviço, me aliei a um amigo de longa data, Thiago Bezerra, social media e CEO da Media Outdoor Online, conferindo um respaldo técnico necessário, uma visão estratégica para apontar a direção a ser tomada pelas campanhas de cada cliente e a metrificação dessas campanhas, para gerar relatórios mensurando o retorno de todos os esforços empregados.

Mas nem só de estratégias vive uma campanha de marketing digital. É preciso tempo, ideias e mão na massa pra gerar conteúdos e manter a presença digital constante, tão necessária pra ter resultados digitais e reais. E para essa tarefa eu consegui recrutar um timaço: Aline Pintor e Vivian Colucci garantem que as redes se mantenham de fato sociais e Lana Chueri traz o conhecimento jornalístico e da língua portuguesa, imprescindíveis às postagens de blog (aproveita e me ajuda com essa revisão aqui @lanachueri?).

Onde queremos chegar?

O céu é o limite! Mas precisamos construir uma ascensão sólida pra esse foguete não explodir no ar. Por agora queremos oferecer uma suíte de serviços completa para empreendedores, pequenas e médias empresas:

  1. Um endereço digital: ter um site é fundamental para existir nesse mundo digital.
  2. Ser encontrado pelo cliente: ter um blog, além de um site otimizado (SEO) favorece a indexação por buscadores como o Google. Dessa forma quando um cliente precisar e buscar, sua chance de aparecer na primeira página aumenta (e com ela as oportunidades para fechar novos negócios).
  3. Fortalecer a marca: apesar do nome pomposo, branding, tornar uma marca forte é fundamental para o cliente escolher você ao invés de outra empresa na hora da compra. Por isso é tão importante estar presente e comunicar bem aquilo que se propõe a fazer e ser. Esse laço de identificação entre a marca (que pode representar uma pessoa ou empresa) e seu público se constrói aos poucos, mas é muito valioso.
  4. Fechar a venda: e nos tempos atuais essa venda pode ser totalmente digital, através de uma loja virtual, por exemplo.
  5. Criar e acompanhar processos: implementar uma cultura corporativa não precisa ser algo quadrado ou inflexível, mas é imprescindível quando o objetivo é profissionalizar, expandir e gerenciar bem um negócio. Em alguns casos adotar um sistema personalizado próprio, ou adquirir alguma solução já existente no mercado, pode ajudar e muito a execução das tarefas diárias. Mas uma consultoria vai muito além de sistemas. Entender o que a empresa se propõe, conhecer sua trajetória até ali, vislumbrar aonde se quer chegar e construir o caminho até lá, identificando atalhos, ferramentas e necessidades. É disso que se trata um bom consultor.
  6. Manter tudo em pleno funcionamento: suas máquinas não podem te deixar na mão durante essa trajetória. Seja realizando manutenção preventiva, remediando o mau funcionamento do computador, ou mesmo recuperando aquelas informações perdidas que não foram copiadas em local seguro.

Em cada um desses passos, você pode contar com a ITC.

BLOG_Capa-Lana

O quê que eu tô fazendo aqui

Olá pessoal! Eu sou Lana, formada em Jornalismo, atualmente recepcionista de uma Pousada em Búzios, Rio de Janeiro. Costumo dizer que esse foi meu maior salto quântico até agora: mudei de profissão, de cidade e deixei minha zona de conforto quietinha lá no interior de São Paulo. Fui convidada pela Isa pra fazer parte desse time que teima em descomplicar a tecnologia pra nossa vida ficar mais fácil. Sim, eu também faço parte dessa tribo que teve de se adaptar aos avanços tecnológicos, sob o risco de ficar assistindo o jogo da arquibancada.

Faço 58 anos esse mês e quanto mais o tempo passa mais me convenço que sei bem pouco sobre esse bicho de sete cabeças cheio de botões, fios, entradas, saídas, programas, luzes piscantes e que fala com a gente em inglês! Sem a menor cerimônia!

Sou do tempo da máquina de escrever, gente! Fiz meu TCC numa Olivetti pititica, metida à besta de tão barulhenta, com papel carbono. Hurum! Papel carbono, moçada! Dá uma googleada aí, só por curiosidade.

Isso foi na década de 90, quando computadores começavam a aparecer em algumas faculdades e em raríssimas casas. Tipo televisão, na década de 70, ter um PC em casa era quase uma ostentação. Celular então era coisa dos Jetsons. Enfim, sob protesto, tive de me render e trocar a maquineta pelo teclado. Entre curiosa e assustada fui me adaptando e até a página 20 eu vou de boa. Mas se me pedirem pra fazer mais do que CTRL C/CTRL V ou CTRL P ou ainda CTRL ALT DEL eu vou precisar dos universitários. Tá, também não é assim. Tem coisas que a gente faz no dia a dia e nem sabe muito bem como é que fez, “só sei que é assim…”

Olha que engraçado. Há uns dois meses comecei a mandar currículos pra vagas de comunicação. Estava (estou) em busca de uma renda extra, home office, pra tentar segurar o rojão da pandemia que estourou todos os orçamentos. Cara! Até pra ser revisor ou conteudista (sim! isso existe! descobri!) você precisa “ter domínio da linguagem tal, experiência no sistema coiso de tal e, além da formação em comunicação, ter inglês fluente e informática básica. Ok! Ocorre que tive de separar um tempo da minha vida pra cuidar da minha vida. Eu tive duas filhas, já sou avó e enquanto as meninas eram pequenas me separei do pai delas, ou seja, fui pãe por muitos anos, até que elas voassem com asas próprias. Sorry, darling! I didn’t have time to take English and computer courses. (viva o Google tradutor, né?)

Mas tem muitas ferramentas que podem nos ajudar a transformar esse bicho de sete cabeças em um animal de estimação. Sempre achei que o homem perderia as rédeas da tecnologia. De todo não estou errada. Porém, fico bem feliz quando esse potencial virtual é usado para o bem. No caso, aqui, o objetivo é que a gente possa domesticar o dragão e alçar voos incríveis, sem perturbar tanto os universitários. Sinceramente não sei muito bem qual a minha função aqui além de escrever, coisa que amo de paixão e que me serve também de terapia. Pelo que entendi, Isa quer que esse nosso encontro semanal seja pra trocar em miúdos, técnicas e palavreados que só a turma de TI consegue entender. Acho que podemos tentar! E conseguir! Quem vamos?